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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

ACONTECE NESTA SEXTA-FEIRA (11/11) O LANÇAMENTO DO LIVRO "FICA, PEDRO" DE LUIZ CARLOS RIBEIRO, FLÁVIO FERREIRA E BONAVITA NO MUSEU HISTÓRICO DE MATO GROSSO EM CUIABÁ-MT


Após um longo período de pesquisas em livros, endereços virtuais, quilômetros percorridos entre buracos e estradas, o dramaturgo, ator e videasta, Luiz Carlos Ribeiro, o diretor da Cia Cena Onze de Teatro e membro da academia Mato-Grossense de Letras, Flávio Ferreira, e o documentarista, fotógrafo e videomaker Antônio Carlos Banavita, lançam o livro "Fica, Pedro!"
A obra conta a história de Dom Pedro Casaldáliga, Bispo da Prelazia de São Félix do Araguaia, que após se aposentar, recebeu ordens do Vaticano para que deixasse a cidade, sob a alegação de que sua presença poderia constranger o bispo que havia sido nomeado para substituí-lo.
"No ano de 2006 recebemos o texto Fica, Pedro!, do amigo Luiz Carlos Ribeiro. Naquela ocasião Dom Pedro Casaldáliga se aposentava. Encantamo-nos com o texto, mas sentimos necessidade de saber mais sobre ele para montar uma peça sobre a sua vida. E o que nos chamou a atenção foi perceber que tão poucos conheciam a história e a vida desse sábio homem. Triste constatar o pouco que se divulgava sobre ele", exclama Flávio Ferreira.
Com o apoio de Banavita, Flávio e Luiz Carlos percorreram mais de 2.400km até serem recebidos por Casaldáliga, que durante longas conversas puderam notar sua dedicação às causas dos pobres, negros, índios e posseiros. "Choramos por várias vezes nesses encontros, ora por emoção, ora por remorso. Foi daí que Luiz Carlos nos permitiu ser coautores da obra, onde inserimos textos e emoções vividas com o estimado bispo catalão", comenta Flávio.
Dom Pedro Casaldáliga, nascido em 16 de fevereiro de 1926 em Balsareny, na região autônoma da Catalunha - Espanha, reside no Vale do Araguaia desde 1968. Após receber ordens de abandonar o povo do Araguaia, a quem dedicou boa parte de sua vida, o caso foi amplamente divulgado na imprensa nacional e internacional, causando comoção e mal-estar na época, representando a violação dos seus direitos de ir e vir.
Seguidor da Teologia da Libertação, fundador da Comissão Pastoral da Terra e do Conselho Indigenista Brasileiro, Dom Pedro é conhecido no Brasil e no mundo pelo trabalho que desenvolve em defesa da vida, da natureza e dos direitos dos menos favorecidos. Durante o período do regime militar, implantado no país de 1964 a 1985, foi a voz solidária e solitária do Centro-Oeste brasileiro, que denunciou as violações dos direitos humanos e injustiças sociais. Por cinco vezes foi alvo de processo de expulsão do Brasil, além de ter recebido inúmeras ameaças de morte. A mais grave aconteceu em meados de 70, no povoado de Ribeirão Bonito, Mato Grosso - território de sua jurisdição episcopal.

Lançamento do Livro "Fica, Pedro"
Local: Museu Histórico de Mato Grosso
Data: 11/11/2016 as 20h 

ACONTECE NESTA SEXTA-FEIRA (11/11) A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO ARTÍSTICA "MAR CALMO NUNCA FEZ BOM MARINHEIRO" DO ARTISTA RODOLFO CARLI NO MUSEU HISTÓRICO DE MATO GROSSO


Exposição artística "Mar calmo nunca fez bom marinheiro" representações conográficas dos oceanos e mares

Mar calmo nunca fez bom marinheiro é um dito popular muito antigo que o artista Rodolfo Carli buscou como narrativa para sua primeira exposição individual, apresentada pelo Museu Histórico de Mato Grosso. O tema abre uma janela para o encontro com as representações iconográficas dos oceanos e mares por meio de seus habitantes em diversas culturas no espaço-tempo do planeta.
O jovem artista traz como solo criador sua memória afetiva, assunto que povoa seu coração e pensamento. O olhar poético baseado em vivências, filmes assistidos e conversas com pescadores do Rio de Janeiro resulta em uma série composta por: seres míticos, como Iemanjá, Poseidon e sereias; pessoas que vivem no mar, como piratas, marujos e pescadores; ícones, como âncora, arpão, anzóis, redes, remos e embarcações; e alguns seres antropomórficos, como homem-gato, homem-peixe e homem-medusa. O que o artista deseja com os seres antropomórficos? Parece trazer uma pista do seu self envolto à simbiose com o tema proposto para instaurar um diálogo com “os outros e seus outros”. Em seu processo criativo buscou suportes alternativos como madeira de demolição para remeter às embarcações de navegação, apropriação de apetrechos relacionados ao ofício da pesca e outras materialidades para compor suas obras bidimensionais e tridimensionais. Ele apresenta pinturas, objetos, esculturas em argila e aquarelas O tema é universal, pois fala da nossa interdependência existencial. Os mares e oceanos são ambientes para muitos seres e sistemas que proporcionam a maior produção de oxigênio para manutenção de vida no Planeta Terra. Cada apreciador poderá criar sua própria narrativa a partir da apreciação das obras que trazem traços leves e cores abertas. Boa apreciação! Ruth Albernaz

Rodolfo Carli de Almeida – Londrina-PR (1978) Mestre em Educação pela UERJ; professor de Informática no IFMT; sempre curioso pelas artes iniciou sua carreira artística com artesanato. Artista visual, alternando entre a tela, o desenho em papel, aquarela, escultura, gravura, cianotipia e estamparia. Usualmente pinta em suportes alternativos como a madeira, experimentando novas propostas artísticas.

Exposição “Mar calmo nunca fez bom marinheiro”
Local: Museu Histórico de Mato Grosso
Abertura: 11/11/2016 as 19h Período 11/11 a 03/12
Curadoria: Ruth Albernaz

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Acontece nesta Sexta-feira (03/06) abertura da Exposição “Janelas (In)Visíveis para o Mundo” da fotografa e artista visual Mari Gemma De La Cruz, no Museu Histórico de Mato Grosso em Cuiabá MT

A exposição “Janelas (In)Visíveis para o Mundo” da fotografa e e artista visual Mari Gemma De La Cruz apresenta uma forma de intervenção no espaço urbano através de fotografias, feitas a partir de fragmentos de espelhos, operando na fronteira entre o real e a ilusão, entre o objetivo e o subjetivo, proporcionando um novo olhar para aquilo que se tornou invisível.
As janelas, de dezessete cidades em oito países latino-americanos e europeus, representam elementos arquitetônicos que narram a história do lugar e a forma como o ser humano, enquanto agente de criação do imaginário social, inventa e transforma seu cotidiano e o ambiente, através das cores e formas.
A imagem produzida desconstrói o objeto original, multiplicando-o, deformando-o ou diluindo-o em uma névoa e proporciona fotografias oníricas e instigantes, que geram um olhar mais sensível ao observador, envolvendo-o para além do que é visto, convidando-o a superar a anestesia do olhar e possibilitando o questionamento da própria realidade a partir de outras referências, com a valorização dos detalhes que antes eram despercebidos.
A exposição será aberta ao público no dia 03/06/2016 a partir das 19h00
Onde: Museu Histórico de Mato Grosso
Quando: 03/06 a 02/07/2016
Horário de visitação: de terça a sábado da 8h30 às 17h30

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Nesta Terça-feira (26/04) Eduardo Mahon lança trilogia com poesias curtas e de múltiplos significados ao estilo haicai


O escritor, advogado e ex-presidente da Academia Mato-grossense de Letras, Eduardo Mahon, lança amanhã (26.04) sua “Trilogia da Palavra” – trabalho que reúne poesias do estilo haicai nos livros “Meia Palavra Vasta”, “Palavra de Amolar” e “Palavrazia”.
Conforme explica Mahon, O modelo haicai é de origem japonesa e consiste em poemas muito pequenos, rápidos e com duplo ou até triplo sentido semântico.
“Parece simples, mas o poema pode ser bi ou até tridimensional. É uma provocação a interpretar o que o verso quis dizer”, pontua.
De acordo com o autor, ele próprio gosta de ler haicais e percebe que esse é um estilo literário que pode atrair os jovens para os braços da literatura. “O jovem está acostumado a obter informação rápida e fica desconfortável com a antiga plataforma que é o livro. Se não fizer um atrativo a mais, a literatura não é lida por eles”, constata.
Pensando nisso, a ideia de fazer poemas rápidos, com vários sentidos e jogos de palavras vai de encontro com o que o autor tem percebido em relação à contemporaneidade.
O poeta mato-grossense João Antonio Neto, cadeira 25 da AML, avaliou que o livro Palavrazia  “apresenta uma síntese que se desdobra em um humanismo de extensão singular e profundo – um tecido de poucas linhas que significam muitas páginas – a literatura da qual precisamos para nos deleitar e engrandecer”.
O lançamento da Trilogia da Palavra será realizado no Museu Histórico de Mato Grosso, nesta terça-feira (26.04), às 19h30.
Fonte: http://www.gpsnoticias.com.br/

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

ACONTECE NESTA TERÇA-FEIRA (01/03) A EXPOSIÇÃO SANTUÁRIOS PELO OLHAR DE HEITOR MAGNO NO MUSEU HISTÓRICO DE MT


Por trás da lente da câmera de Heitor Magno há um observador inquieto que não se conforma com o registro da imagem pura. Um cenário, uma paisagem capturada por ele, certamente não será mais a mesma e a partir de sua inventividade, ganhará novos contornos, cores, intervenções diversas, pois Magno é um fotógrafo que desenha, pinta e cola.
Na nova série que estreia dia 1 de março, no Museu Histórico de MT, o artista fotográfico lança um olhar inusitado sobre o patrimônio sacro-histórico de três cidades mato-grossenses. Veja só como ficou a Igreja Bom Despacho!

Serviço

Exposição Santuários pelo Olhar de Heitor Magno
Abertura: 01/03/2016 (terça-feira)
Horário: as 20 horas
Local: Museu Histórico de MT - Praça da República, 131 Cuiabá-MT




sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

NESTE SÁBADO (13/02) ACONTECE A VIII - FEIRA DO VINIL CUIABÁ, NO MUSEU HISTÓRICO DE MATO GROSSO


A Feira de Vinil de Cuiabá chega a sua 8ª edição e já se tornou um evento clássico, apesar de seu pouco tempo de vida. Com a intenção de promover a cultura do Disco de Vinil, a feira conta sempre com a presença de colecionadores e amantes da boa música 
Além dos tradicionais bolachões, é possível comprar também aparelhos de som e toca-discos.
​muitas novidades nesta edição ...​
 Vale muito a pena.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Museu Histórico de Mato Grosso, recebe a exposição "Elementos em Cena", de Zeilton Mattos

Museu Histórico recebe a exposição "Elementos em Cena", de Zeilton Mattos

Começa nesta quarta-feira (11) a exposição "Elementos em Cena", do artista plástico Zeilton Mattos, no Museu Histórico de Mato Grosso. O evento segue até o dia 11 de dezembro.

Na exposição, os ícones das pinturas ganham vida e se transformam em esculturas pintadas. O local se torna uma tela em tamanho natural, proporcionando maior interação do público com as obras.

Os traços e personagens de Mattos também serão vistos nas 23 telas em acrílico. Romãs, galinhas de angola, libélulas e galos são alguns dos elementos que irão compor a exposição rica em cores.
Trabalhando há quase dois meses nas obras, Elementos em Cena marca o retorno de Zeilton para as artes plásticas.

"Essa exposição marca a minha volta. Eu estive afastado trabalhando em outras áreas, como no siriri, e trago agora um pouco da minha jornada para as telas e esculturas. É uma forma que encontramos de chamar a atenção das pessoas para a arte local, é um reavivamento da pintura popular".

Natural da Bahia, Zeilton Matto é um cuiabano de coração que vive na capital mato-grossense há 38 anos.

A entrada para conferir "Elementos em Cena" é gratuita.

Serviço:
Elementos de Cena – Zeilton Mattos 
Local: Museu Histórico de Mato Grosso (Praça da República)
Mostra: 11/ 11 a 11/12
Horário: De terça a sexta-feira, das 8h às 20h
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Ultima Edição do ano do Café com Afeto encontro filosófico, acontece no dia 29/10, com o Tema Porque compramos tanto? Consumismo: Causas e Soluções



Na história da humanidade o ser humano nunca consumiu tanto e jamais sentiu-se tão insatisfeito como hoje. Não são poucos os casos que chegam aos consultórios de psicólogos e psiquiatras com queixas de que por mais que tenham conseguido alcançar seus objetivos profissionais e matérias e não sentem-se felizes.
Relatam que não conseguem nem usufruir prazerosamente o fruto do trabalho, pois a partir do momento que adquirem o bem, em um período muito curto de tempo, já se colocam em busca de adquirir

outro bem. Grande número de pessoas, apresentam uma sede insaciável por comprar, uma compulsão que as tem colocado em situações de conflito familiar e dificuldades financeiras.

E ai eu pergunto: qual o real motivo que as leva a se jogar nessa roda insaciável por comprar e comprar?
Gizelda Capilé
Gizelda Capilé, psicóloga Junguiana e estudiosa dos processos de desenvolvimento do ser humano e da depressão, cita uma frase de Rumi que pode clarear este horizonte tão nebuloso, a frase é: “Talvez você esteja procurando nos galhos o que só encontramos nas raízes “ Gizelda também pontua que “todos temos complexos,

o problema é quando o complexo nos tem “. Em uma visão psicológica junguiana, podemos dizer que adoecemos quando, num impulso egóico, deixamos de ouvir os anseios da lama e passamos a atender apenas ás necessidades do corpo.
Saulo Gouveia
Saulo Gouveia, consultor de finanças pessoais e organizacional, coloca que o estresse, ansiedade, medo, insegurança, são sentimentos comuns aos cidadãos que vivem atolados em dividas.

Sê fossemos realizar uma pesquisa sobre o percentual das doenças derivadas dos males adquiridos dos hábitos das pessoas alavancadas financeiramente, creio que o resultado seria no mínimo alarmante.

Saulo ainda fala que o crédito farto é uma realidade e a cultura do endividamento é ampliada pelas propagandas apetitosas.

Hoje, mais da metade de nossa população está endividada e não sabe como sair dessa.
DIA 29/10 AS 19 H
LOCAL: MUSEU HISTÓRICO DE MATO GROSSO (Praça da Republica, 131)
Reservas: espaco8br@gmail.com ou (65) 9675-1888
Entrada: 1 litro de leite
Essa será a última edição do ano do Café com Afeto que retorna em março de 2016 com mais seis edições.


sábado, 5 de setembro de 2015

Neste Sábado (05/09) acontece o BAZAR DO INCLUSÃO LITERÁRIA NO MUSEU HISTÓRICO DE MATO GROSSO, em Cuiabá MT


Nesta sábado (05/09) acontece o Bazar do Inclusão Literária, no Museu Histórico de Mato Grosso, das 08h às 20h. A frente está Clovis Matos Clovis Rezendes e Gabriela Mazzetti. O bazar solidário arrecadará renda para os projetos Inclusão Literária, Nosso Lar e Casa da Criança Cuiabana. 
PARTICIPEM!
Mais informações com a Gabriela (65) 8436-9742. 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Acontece nesta Sexta-feira (04/09) a abertura da Exposição “Mata Cavalo – Cores e pessoas”, do fotógrafo Marcus Mesquita, no Museu Histórico de Mato Grosso, em Cuiabá MT



O Museu Histórico de Mato Grosso recebe a exposição “Mata Cavalo – Cores e pessoas”, do fotógrafo Marcus Mesquita. Serão exibidas imagens feitas pelo profissional durante visitas à região Mata Cavalo, no município de Nossa Senhora do Livramento, em Mato Grosso. 


A exposição ocorrerá de 4 a 26 de setembro e a entrada é gratuita.

O Museu funciona de segunda-feira a sábado, das 9h às 17h. Nas sextas-feiras, o local fica aberto até as 22h.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

CAFÉ COM AFETO, ENCONTRO FILOSÓFICO EM SUA 3ª EDIÇÃO ABORDA A TECNOLOGIA INVADINDO AS RELAÇÕES


Na sociedade atual, observa-se que as pessoas vivem o tempo inteiro, conectadas, seja pelo celular, pelo tablet, ou pelo computador, e é comum que acessem as redes sociais para compartilhar fotos, mandar mensagens ou se atualizar. Ao mesmo tempo que esses comportamentos alteram a rotina, transformam, também, a realidade social como um todo. Nesse âmbito, a evolução tecnológica apresenta duas facetas: por um lado, tem a possibilidade de globalizar e integrar os sujeitos, ao passo que, por outro, providencia o construto de um novo panorama ainda a ser investigado, dentro do qual se cria uma noção de maior liberdade, levando os indivíduos a expressarem suas singularidades e desejos socialmente valorizados. Seja singularmente ou no coletivo, as pessoas se encontram em um constante processo de adequações ao meio em que vivem. Assim, quanto mais percebem sua inserção no universo da dinâmica social moderna, mais esse fenômeno se encaminhará no sentido de um funcionamento marcado por uma experiência fluida, em mudança e plenamente receptiva de sentimentos pessoais diferenciados.

O bate papo, seguido da participação do público, será entre Isolda Risso, a psicóloga Hilda Moreira, o pedagogo Edmundo Souza e a web Publisher Tatiana Kielberman.

Isolda Risso

Edmundo Souza

Web Publisher Tatiana Kielberman

Hilda Moreira

Garanta sua vaga para esse tema atual e importantíssimo?  É bem simples para participar, as reservas para o Café com Afeto são limitadas e  devem ser feitas pelo watss 9675.1888 ou pelo e-mail  espaco8br@gmail.com. A entrada é um litro de leite longa vida.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

FEIRA DO VINIL & ANTIGUIDADES, ACONTECE NESTE SÁBADO (11/07) NO MUSEU HISTÓRICO DE MATO GROSSO, EM CUIABÁ MT






























Venham participar da feira do vinil e antiguidades, tragam seus vinis e suas antiguidades e façam boas barganhas. Informações (65) 2136-9234 / A feira é livre! Qualquer pessoa pode participar, é só fazer sua inscrição (no museu) para adquirir seu espaço, e também vai rolar uma bancada livre, para quem não reservar seu espaço.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

2ª Edição da Feira do Vinil de Mato Grosso acontece neste sábado (06/06) no Museu Histórico de Mato Grosso


Será realizado neste Sábado (06) das 08 às 19 horas a segunda edição da Feira do Vinil de Cuiabá.

Os visitantes terão a oportunidade de comprar, vender e trocar LP’s em bom estado de conservação.

A feira conta ainda com encontro moto turismo, shows de bandas locais, discotecagem de vinis, espaço gastronômico e uma super novidade, uma sala de tatuagens e Body-piercing.

É uma boa oportunidade para quem quer se desfazer de discos que não ouve mais, títulos repetidos e de adquirir "velhas novidades".


quarta-feira, 27 de maio de 2015

Acontece nesta quinta-feira (28/05) a Edição 1 do Café com Afeto "O Menino e a Grade" Encontro Filosófico no Museu Histórico de MT









Café com Afeto é um encontro filosófico, onde será debatido um tema a partir de uma imagem proposta.
Ele ocorrerá no Museu Histórico de MT no dia 28/5 a partir das 19h.
Entrada franca ou quem desejar levar uma lata de leite que será encaminhada para a Casa da Criança Cuiabana.

O tema da primeira edição é : O menino e a grade
Idealizado pela cronista Isolda Risso, o Café com Afeto convidou pessoas experientes para conduzir com ela, a mesa de reflexão, tendo como mediador Amauri Lobo.

Isolda Risso – é pedagoga por formação, coach, cronista, retratista do cotidiano, empresária, mãe. 

Os convidados para compor a mesa de debates desta edição serão:

Flávio Ferreira – é poeta, dramaturgo, professor, advogado e diretor da Companhia de Teatro Cena Onze. É membro da Academia Mato-Grossense de Letras. 

Rui Matos  - é jornalista há mais de 25 anos. Especializado em Filosofia, pós-graduado em Gestão de Negócio e Estratégia, Marketing e Literatura Mato-Grossense, há dez anos é editor da Revista RDM.

Patrice Rother Crepaldi- é psicóloga atuante há mais de 17 anos, fez seis meses de análise na linha da Psicologia Analística Junguiana, em Curitiba. Faz parte do Grupo Himma, em São Paulo.

Fonte: Isolda Risso






quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

ACONTECE NESTA SEXTA-FEIRA (20/02) A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO “Linhas e traços, caminhos e trajetórias” mostra o talento de quem tem a arte na veia, no MUSEU HISTÓRICO DE MT

MT Criativo e Museu Histórico realizam exposição de desenhos
“Linhas e traços, caminhos e trajetórias” mostra o talento de quem tem a arte na veia

A vontade de fazer arte é igual a uma menina travessa, que belisca e remexe no coração de algumas pessoas, ainda que elas não sejam ou não se considerem “artistas”, ainda que tenham seguido outro rumo na vida. Depois de tomar coragem, estas pessoas se encontram pintando, desenhando, criando/transmitindo arte da forma mais natural e possível, com os materiais de que dispõem. A isto se chama transformação.

Para mostrar um pouquinho desta relação de intimidade com o fazer artístico, a Incubadora Mato Grosso Criativo/SECEL-MT e o Museu Histórico de Mato Grosso trazem para Cuiabá a exposição “Linhas e traços, caminhos e trajetórias”, uma interessante reunião de desenhos produzidos por uma bióloga (Jamylle de Souza), um arquiteto (Thadeu Palácio), um designer (Aluisio Marinho) e uma jornalista (Marisa Batalha). Seu processo criativo, sua história e sua sensibilidade poderão ser conferidos no Museu entre os dias 20 de fevereiro e 20 de março, com entrada franca.

O estímulo à expansão da produção artística do Estado é uma das metas da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL-MT), conforme explica a coordenadora de ações artístico-culturais da pasta, Cinthia Mattos. Para isso, a realização de parcerias com coletivos e artistas deve ser freqüente. “Ações como esta vêm de encontro à meta da SECEL de estimular a expansão da arte no Estado, de fomentar e apoiar o artista. Estamos abertos a construir junto com eles um calendário de ações para dar ainda mais visibilidade à sua produção”. 

A abertura da exposição acontece com o tradicional sarau cultural do Museu, no dia 20, às 19 h, local Museu Histórico de Mato Grosso, e ela permanecerá aberta à visitação até 20 de março, de terça a quinta (das 8h. às 12h. e das 14h. as 18 h), sexta (das 8h às 12 h e das 14 h. às  22h), sábado (das 8 h. às 17 h.) e domingo (das 8 h. às 12 h.).

Quem são os expositores

A bióloga
“A arte me consola enquanto a Biologia me amola. E quando o inverso acontece, ...derramo cores e sons - assim nascem ‘as figurinhas’”. Mostrando também ser poetisa, a bióloga com especialização em Docência do Ensino Superior Jamylle de Souza explica sua relação com a arte como algo que sempre existiu em sua vida, embora não saiba dizer em que momento começou a desenhar.

Nascida em e crescida em Mato Grosso, ela conta que passou muitos anos circulando entre diversos estados amazônicos, e recentemente mudou-se para Manaus. Ligada em música desde criança – quando, no berço, seu pai a embalava ao som de um radinho e um violão - ela começou desenhando “bailarinas tortas, roupas estranhas e rostos que mais pareciam mapas”.

Quando se tornou bióloga, a solidão da mata amazônica tornou-se refúgio de inspiração para seus desenhos. “A Amazônia me trouxe tantos sentimentos, sensações fortes e indescritíveis, que fotos de paisagens com araras e enormes trechos de florestas verdes jamais seriam suficientes para descrever. As dores, a liberdade, o silêncio, os animais, cachoeiras, barracas, comunidades tradicionais e a grande briga legislativa entre desenvolvimento e preservação”.

A relação com a arte é puro instinto, já que Jamylle não tem qualquer tipo de formação na área. A inspiração vem de Tarsila do Amaral, o segredo é “fugir do teórico”. “Meus desenhos são apenas sentimentos. Não seguem regras... são as regras que os seguem”. 

As "figurinhas", como ela as chama, têm como marca principal as cores fortes e bem marcadas, complexas como os sentimentos, retratando, segundo ela, um momento no tempo e no espaço. “É divertido ver a leitura que cada um faz da mesma imagem. Essa ‘simples complexidade’ e que nos remete a lembrar que a beleza da arte está aí: no sentimento”.

A jornalista
Entre uma pauta e outra, muita arte. Assim tem sido o cotidiano da jornalista mineira Marisa Batalha, diretora de Redação do jornal Folha do Estado, em Cuiabá, onde vive há 20 anos.

Natural de Juiz de Fora, já atuou nos principais veículos de comunicação dentro e fora de MT, tendo atuado também como assessora de imprensa em diferentes órgãos governamentais e não governamentais.

Mestranda em Educação, Política e Movimentos Sociais, na UFMT, desde cedo desenha, uma inspiração que contagia toda a família, tendo lugar especial a irmã, Meire Batalha, que também desenhava em estilo HQ, e que conviveu durante a infância com a artista plástica Lúcia Picanço, na cidade mineira de São Geraldo. Na época, adorava também escrever e desenhar, buscando nas linhas as imagens de rostos.

Apaixonada pelo Cubismo, tem como ídolos Pablo Picasso e Paul Cèzanne. Entre as principais realizações de sua vida como artista, ela destaca a Feirinha Cult-Arte Solta , que aconteceu há alguns anos na praça da Mandioca, aos domingos, “um cenário lindo, com vários artistas pintando, gente chegando, artesãs colocando seus produtos junto aos nossos. Foi o máximo”, relembra. O projeto era coordenado por Zeilton Mattos e Lúcia Picanço.

Desta rica convivência, revelou-se a artista. “Um dia, como quase tudo se inicia, em uma brincadeira, Zeilton me pediu que desenhasse enquanto ele tomava banho. Ao sair e tendo visto meus traços, me disse: você é uma mulher multifacetada. É hora de colocar esta artista prá fora”. Daí para a ação, foi um pulo: a inspiração inicial foram os símbolos de Zeilton, como o galo, a galinha de angola. E não parou mais.
Quem disse que é impossível conciliar jornalismo e arte? “Se o jornalismo diário é uma guerrilha, uma busca incessante, rápida atrás da informação, os artigos, as matérias sobre arte, a observação eterna da beleza dos traços, acabam transformando dois trabalhos em amigos, cara-metade,  parte um do outro”.

Para ela, a arte é paz de espírito, resultado da busca por uma vida mais fôlego. Não há como conceituar sua arte, apenas como realizá-la. “Voltar a desenhar foi encontrar um pedaço do paraíso em meio a um mundo de aflições. Me trouxe um pouco de paz. Encontrei meu pedaço de paraíso, nesta terra estéril que temos vivido. Quebrando distanciamento, unindo a observação com o fazer artístico. Um ato fenomenológico”.

O designer
Por outro lado, o desenho não é uma novidade tão grande assim para Aluisio Marinho, que atua profissionalmente como designer de interiores e gráfico. A imagem sempre foi seu instrumento de trabalho.
Mas foi ainda durante a faculdade de Design, que cursou na cidade de Goiânia (GO) que se encantou pelas Artes Plásticas. Desta paixão, surgiram as primeiras obras, que ele timidamente apresentava apenas às pessoas mais próximas. 

A mudança para Maringá, no Paraná, trouxe novos desafios e também inspiração para ampliar sua produção artística.
De volta à cidade de Barra do Garças (MT), decidiu se filiar à Associação de Artesãos e Artistas Plásticos do Vale do Araguaia (Valearte) - da qual hoje é presidente - daí surgindo convites para exposições e feiras na região.  

A vocação artística se expandiu. Em 2010, participou da Exposição “Flores e Frutos do Cerrado”, entre outras organizadas pela Valearte entre os anos de 2011 e 2012. Quem diria? Em 2013, foi escolhido como artista exclusivo da exposição “Cores e Linhas”, expondo mais de 40 obras.

O ser humano, suas paixões e emoções são sua principal inspiração. Com esta temática, esteve entre os participantes da exposição “Awuê – Araguaia”, como o foco principal nos índios da região do Vale do Araguaia, realizada pela Valearte e pelo MT Criativo no ano passado em Cuiabá. “Meus trabalhos são baseados principalmente nas emoções humanas, busco utilizar das cores para dar vida e movimento às obras, enfatizando ainda mais a ‘sensação’ de movimento”.

O arquiteto
Linhas, formas e traços sempre foram a “praia” do arquiteto Thadeu Palacio, que, depois de anos de estudo, tentativas e amadurecimento do traço, decidiu apostar em sua “veia” de artista plástico.  Um dos fatos determinantes para isso foi sua participação, em julho de 2013, no Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), na cidade de Goiás Velho (GO). “Ao longo de uma semana estive em contato com diversos tipos de fazeres artísticos e consegui amadurecer uma relação entre a arquitetura colonial com casas feitas em adobe, telhas de barro, os morros e as ladeiras da cidade e linhas e traços aplicados em quadros ou telas, como se libertasse nestes momentos espaços para a manifestação de capacidades antes não visitadas”.
Daí por diante, realizou-se definitivamente a ligação entre arquitetura e artes plásticas. Ele se diz um apaixonado por observar pessoas e comportamentos, e buscou neste hábito (ao observar como as pessoas se apropriam do espaço) a inspiração para criar mais e mais optando pelo caminho do estímulo ao pensar, à imaginação de quem vê. “Quando me dizem que estão vendo algo que não havia planejado em meus desenhos, sinto que o objetivo está sendo alcançado”.

Como para ele, a Arquitetura “é uma forma de arte”, os estudos acadêmicos o ajudaram na busca pelo traço perfeito e do acabamento exclusivo para suas obras. Mas não há como conceituar seu fazer. “A conceituação, a meu ver, pode ser vista como algo limitador, pois posso tentar descrever e explicar o meu fazer artístico, porém gosto que seja um processo constante e ou contínuo de evolução. O objetivo é que as pessoas descansem os olhos sobre obras que tragam sentimentos inéditos”.

O cuidado com a harmonia das formas e cores é uma das marcas de Thadeu Palacio, que busca em sua arte aliar ordenação racional e intuição, estimulando a criação de obras que geram sentimentos positivos no artista e (quem sabe?) nas pessoas. “Arte é um modo de vida, uma prática que precisa estar acessível a pessoas leigas, pessoas das mais variadas profissões.”

Fonte: Neusa Baptista  - Comunicação – MT Criativo