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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Coro Experimental MT faz uma releitura da obra múltipla e ousada de Ney Matogrosso, no dia 27/09 (domingo) no Teatro da UFMT em Cuiabá MT

 

Coro Experimental MT faz uma releitura da obra múltipla e ousada de Ney Matogrosso

  

Qual é o seu Ney Matogrosso preferido? O Ney iconoclasta que desafiou o conservadorismo de boa parte da população brasileira nos anos 1970, com o grupo Secos & Molhados? O intérprete sensível que popularizou a música de Villa-Lobos com canções como “Trenzinho Caipira”? O Ney de voz impecável que interpreta clássicos de Cartola e Noel Rosa? Ou o Ney apaixonado que recria Cazuza, Rita Lee e outros compositores contemporâneos?

 

Seja qual for o Ney de sua preferência, ele estará representado no espetáculo “Um Ney pra cada um”, que o Coro Experimental MT levará ao palco do Teatro da UFMT neste domingo (dia 27), às 19h. Será uma nova oportunidade para assistir a um show que estreou com casa esgotada em maio passado.

 

Maestro Jefferson Neves

“Estávamos ansiosos para reapresentar este espetáculo, que homenageia Ney Matogrosso. Aos 85 anos completados, em agosto, ele esbanja vitalidade e carisma, e reúne um leque extremamente diversificado de sucessos. Ney tem o poder de se apropriar de cada canção em uma interpretação única e inesquecível”, afirma Jefferson Neves, diretor artístico do Coro Experimental MT.

 

Na condição de arranjador do CEMT, coube a ele o desafio de transpor para a linguagem do canto coral alguns dos maiores sucessos de Ney Matogrosso.

 

“Nossa maior dificuldade foi escolher as canções face à longevidade da carreira do homenageado. São tantas músicas icônicas que foi difícil selecionar quais fariam parte do nosso repertório”, reconhece Jefferson, que está à frente do CEMT desde a criação do grupo, há nove anos, com Tuanny Godoi.

 

Como acontece em outras apresentações do CEMT, haverá espaço para solos de alguns integrantes do próprio coral. Desta vez, o cantor convidado será Adonys Aguiar, que também ficará responsável pela percussão ao lado de Denisson Miranda, integrante do naipe de tenores do CEMT. Outra participação especial será do violonista Marinho Sete Cordas. Thiago Gasparini, do time dos baixos e barítonos, dará um toque refinado à abertura do espetáculo com o som de seu violoncelo.

Denisson Miranda, Marinho Sete Cordas e Vera Capilé

A montagem de “Um Ney pra cada um” possibilitou ao CEMT um laboratório criativo muito rico para Jefferson Neves e os cerca de 60 coralistas. Além de ter experimentado  sonoridades originais nos arranjos vocais, Jefferson Neves aproveitou a riqueza artística de Ney para propor novos desafios aos cantores, do ponto de vista técnico e de expressão corporal.

Rosylene Pinto e Vera Capilé

“Essa tem sido a nossa linha de trabalho desde o primeiro espetáculo em 2017, apresentando sempre um coro em movimento por meio de uma construção artística coletiva que valoriza as individualidades”, afirma Neves.

 

A escolha por Ney Matogrosso, segundo ele, permitiu desenvolver um espetáculo que transita entre o íntimo e o explosivo, entre o delicado e o visceral — exatamente como o universo do artista homenageado propõe.

 

“Escolher Ney Matogrosso é, antes de tudo, escolher um artista que rompeu padrões — não só pela sua voz absolutamente singular, mas pela coragem estética, corporal e política com que sempre se colocou no mundo. Ney representa a liberdade de ser múltiplo, de não caber em rótulos, e isso dialoga diretamente com o que buscamos enquanto coro: expandir possibilidades”, conclui. 


O CEMT é um coro independente e atualmente conta com o apoio do Instituto Ciranda – Música e Cidadania. A produção dos espetáculos é realizada de forma coletiva pelos integrantes do grupo, com destaque para alguns cantores que contribuem com sua expertise, entre eles, a artista visual Rosylene Pinto, responsável pela idealização e confecção dos cenários, e o fashionista Luiz Pita, que elabora e coordena a proposta de figurino dos coralistas.

 


Serviço

O que: Espetáculo “Um Ney pra cada um”

Quando: 27 de setembro de 2026 (domingo), às 19h

Onde: Teatro da UFMT

Quanto: R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia) e R$ 35 (meia solidária, mediante um quilo de alimento não perecível)

Compra de ingressos: https://daningressos.com.br/comprar-ingresso/um-ney-pra-cada-um-16588/setor-aberto-11986.html

 

 

terça-feira, 16 de junho de 2026

Artistas de Mato Grosso ganham projeção nacional e internacional com participação no 7º Festival Internacional e Arte Naïf - FIAN 2026 e seleção para o 3º Encontro Nacional de Artistas Naïf do Centro Oeste - EnanCO

 Artistas de Mato Grosso ganham projeção nacional e internacional com participação no 7º Festival Internacional e Arte Naïf - FIAN 2026 e seleção para o 3º Encontro Nacional de Artistas Naïf do Centro Oeste - EnanCO

A arte produzida em Mato Grosso alcança novos horizontes com a seleção das artistas Ellen Pelliciari, Marlene Kirchesch, Rimaro, Rosylene Pinto e Rubi para dois importantes eventos dedicados à Arte Naïf: o 7º Festival Internacional de Arte Naïf (FIAN 2026), realizado em Guarabira (PB), e o 3º Encontro Nacional de Artistas Naïfs do Centro-Oeste (EnanCO), que acontecerá em Goiânia (GO).

A conquista ganha destaque especial pelo caráter internacional do FIAN, um dos mais relevantes eventos de Arte Naïf do país, que reúne artistas brasileiros e estrangeiros em uma ampla celebração da arte popular contemporânea. A participação das artistas mato-grossenses representa não apenas reconhecimento nacional, mas também projeção internacional para a produção artística do estado.

Rosylene Pinto, Ellen Pelliciari, Rimaro, Marlene Kirchesch e Rubi

As artistas matogrossense marcaram presença na abertura oficial do 7º Festival Internacional de Arte Naïf (FIAN 2026), realizada no dia 28 de maio de 2026, em Guarabira, na Paraíba. Nesta edição, o festival trouxe como tema “Naifs pelo Clima: o Aquecimento Global”, utilizando a arte como instrumento de reflexão sobre a preservação do planeta, as mudanças climáticas e os impactos ambientais que desafiam a sociedade contemporânea.

Obras Selecionadas das Artistas no FIAN 2026

Ritmo do campo entre bananeiras e brincadeiras - Artista: Ellen Pelliciari


O Ecossistema Agoniza - Artista: Marlene Kirchesch

Cachoeira - Extração de Madeira - Artista: Rimaro


 Um reflexo da Esperança - Artista: Rosylene Pinto 


Pantanal entre chamas e esperanças - Artista: Rubi



A solenidade oficial aconteceu na Câmara Municipal de Guarabira, reunindo artistas, curadores, gestores culturais e autoridades locais. A exposição principal foi instalada no tradicional Casarão da Cultura, espaço que recebeu obras de artistas selecionados de diversas regiões do Brasil e do exterior.

Além da participação no FIAN 2026, as cinco artistas também foram selecionadas para o 3º Encontro Nacional de Artistas Naïfs do Centro-Oeste (EnanCO), evento que vem se consolidando como uma importante vitrine para a Arte Naïf brasileira. A abertura está marcada para o dia 22 de agosto de 2026, no Museu de Artes de Goiânia (MAG).

Com o tema “Folclore e Tradições”, o EnanCO propõe uma celebração das manifestações culturais populares, reunindo artistas de diferentes estados para apresentar obras inspiradas nos costumes, nas memórias, nas lendas e nas expressões que compõem a identidade cultural brasileira.

A presença das artistas mato-grossenses nos dois eventos evidencia a qualidade e a diversidade da produção artística do estado, marcada por narrativas visuais que retratam o cotidiano, as tradições populares, as paisagens e a riqueza cultural de Mato Grosso por meio da linguagem singular da Arte Naïf.

Mais do que uma conquista individual, a seleção das artistas Ellen Pelliciari, Marlene Kirchesch, Rimaro, Rosylene Pinto e Rubi representa um importante reconhecimento para a arte mato-grossense, fortalecendo sua presença nos circuitos nacional e internacional das artes visuais e ampliando a visibilidade dos talentos do estado.

A participação das artistas reforça o protagonismo de Mato Grosso no cenário da Arte Naïf brasileira. Com obras que dialogam com a cultura popular, as paisagens, a biodiversidade e as tradições regionais, contribuindo para ampliar a presença da produção artística mato-grossense em importantes espaços de difusão cultural no Brasil e no exterior, levando a riqueza e a identidade cultural do estado a públicos cada vez mais amplos e diversos.

Sobre as Artistas Selecionadas:

ELLEN PELLICIARI 
Natural da cidade de Franca/SP, nascida em 17/04/1956, tendo formação em artes visuais pela UNIFRAN-Universidade de Franca, com especialização em metodologia do ensino da arte pela IBPEX/Curitiba, Tecnologias na Educação, PUC/RJ, Arteterapia pela UFG/Goiânia, e Mestrado em educação pela UNIC/IFMT. Atua como artista Naïf, participando em várias exposições, selecionada para o FIAN-Festival Internacional de Arte Naif e para ENANCO – evento nacional de arte Naif do centro oeste. Atuante na cidade de Cuiabá/MT e diversas cidades do interior de MT em exposições individuais e coletivas, desenvolvendo trabalhos que valorizam a cultura, as cores e as identidades regionais. 
Instagram: @ellen_pe_arte

MARLENE KIRCHESCH
Marlene Kirchesch. Artista plástica Naïf. Suas obras têm como foco principal tema manifestações populares e mitológicas, como lendas regionais e festas populares, sempre em defesa do Meio Ambiente, ribeirinhos, a paz no mundo, a fome, a saúde dos vulneráveis. Participou de diversas exposições em Cuiabá e cidades de MT. Foi premiada em Estados como Salão Anopolino - Goiás; Sesc Piracicaba- Bienal de Arte Naïf, e selecionada com suas obras em eventos pelo Brasil e exterior. Participou também da ilustração de livros, da professora (Michele) Mimi Sato, MT, e Arnaldo Nisckier RJ.
Instagram: @marlenekirchesch.artnaif

RIMARO
Maria das Dores Soares Vital, é conhecida artisticamente como Rimaro, seus trabalhos têm como foco principal manifestações populares e folclóricas, abordando também temáticas de grande relevância social, como a destruição do meio ambiente, o acolhimento de refugiados e outros temas universais. Ao longo de sua carreira, participou de diversas exposições em Cuiabá e em várias cidades do Estado de Matogrosso. Além disso, Rimaro teve a oportunidade de expor suas obras em eventos pelo Brasil e no exterior. Destaca-se também como ilustradora, contribuindo para a criação visual de diversos livros.
Instagram: @rimarosoares

ROSYLENE PINTO
Rosylene Pinto (Cuiabá–MT, 1969) é artista visual e engenheira, atuante nas artes desde 1999. Sua produção transita entre pintura, cerâmica, bordado, xilogravura, desenho e fotografia, explorando temas como memória, identidade, ancestralidade e espiritualidade. Participou de importantes exposições, salões e bienais no Brasil e no exterior, com destaque para a 1ª Bienal de Cerâmica de São Paulo (2018), a Bienal Black Brazil (2024) e o Festival Internacional de Arte Naïf – FIAN (2025 e 2026). Em 2021, foi premiada na categoria Escultura do 26º Salão Jovem Arte de Mato Grosso. Suas obras integram acervos institucionais como o Museu do Cerrado (UnB), o MACP/UFMT e o MIMAN. Sua poética valoriza as raízes culturais brasileiras, especialmente do Centro-Oeste, articulando arte, memória e justiça social.  
Instagram: @rosylenepinto.artes

RUBI
Rubia Elian da Silva costa, nome artístico Rubi, é natural de Cuiabá/MT sua história com a arte começou muito cedo, sua principal diversão era com a pintura, desenho, lápis de cor e giz de cera, sua inspiração o dia a dia, a simplicidade, a natureza ao seu redor. Como mentor teve a imensa satisfação de aprender técnicas com grandes artistas de Cuiabá, entre eles o saudoso Nilson Pimenta. Atualmente mostra sua arte em salões, mostras e exposições.
Instagram: @rubia_elian



quinta-feira, 14 de maio de 2026

Coro Experimental MT apresenta “Um Ney para cada um” no Cine Teatro Cuiabá


 Coro Experimental MT apresenta “Um Ney para cada um” no Cine Teatro Cuiabá

        

 Espetáculo inédito faz uma releitura da obra de Ney Matogrosso e conta com a participação especial do cantor Renato Braz

 

Quando você pensa em Ney Matogrosso qual é a primeira ideia que lhe vem à cabeça? As respostas são múltiplas devido à versatilidade e longevidade da carreira de Ney, um dos maiores intérpretes da música brasileira em atividade. Temos o Ney irreverente e iconoclasta do grupo Secos & Molhados, o Ney refinado que interpreta Villa-Lobos, Cartola e Noel Rosa; o Ney sapeca, sagaz e sempre muito sensual, desafiando o tempo e esbanjando energia aos 84 anos. Em seu nono ano de vida, o Coro Experimental MT (CEMT) homenageia o artista sul-mato-grossense no espetáculo “Um Ney para cada um”, a ser apresentado no Cine Teatro Cuiabá, no dia 21 de maio (quinta-feira).

 

“Escolher Ney Matogrosso é, antes de tudo, escolher um artista que rompeu padrões — não só pela sua voz absolutamente singular, mas pela coragem estética, corporal e política com que sempre se colocou no mundo. Ney representa a liberdade de ser múltiplo, de não caber em rótulos, e isso dialoga diretamente com o que buscamos enquanto coro: expandir possibilidades”, afirma Jefferson Neves, diretor artístico do CEMT.

E como se não bastasse a escolha de Ney Matogrosso como tema da próxima apresentação – é a primeira vez que o CEMT cria um espetáculo focado na obra de um artista -, o grupo contará com uma participação muito especial. O cantor paulista Renato Braz, outra voz impecável que dá vida a um repertório diversificado e sofisticado, subirá ao palco do Cine Teatro Cuiabá com os coralistas do CEMT.

“Ney é uma das minhas primeiras referências como artista e até hoje continua sendo muito importante para mim. Por isso, poder prestar essa homenagem a ele é motivo de grande alegria”, afirma Renato Braz. Aos 57 anos, ele ainda se recorda de uma passagem de sua infância. “Eu tinha três ou quatro anos e me lembro de estar na sala de casa quando alguns parentes me perguntaram o que queria ser quando crescesse. Respondi que queria ser cantor e não tive dúvidas em apontar como minha inspiração o vocalista do grupo Secos & Molhados, que tinha um público infantil muito grande”.

Cantar em Mato Grosso tem outro sabor especial para Renato Braz: além de rever amigos como a cantora Vera Capilé (integrante do CEMT, com que dividiu os palcos numa turnê internacional do Projeto Pixinguinha em 2004), o cantor está retornando ao estado de suas raízes. “É muito importante voltar ao lugar que me deu minha mãe, minha música - tudo aquilo que me fez ser cantor”, conta Renato, numa referência ao Mato Grosso anterior à divisão do estado ocorrida em 1977. Ele diz que tem sangue guarani por parte de pai e mãe.

Para Jefferson Neves, contar com a presença de Renato Braz - um intérprete de extrema sensibilidade e dono de uma voz igualmente única - é uma grande honra para o CEMT.

“Não é apenas um convite artístico, é um encontro de universos que se reconhecem. Renato tem uma capacidade muito rara de atravessar a canção com verdade e profundidade emocional, algo que dialoga diretamente com o próprio Ney. Ter Renato conosco fortalece ainda mais a proposta do espetáculo: múltiplas vozes, múltiplas leituras, múltiplos Neys coexistindo em cena.”. 

Tuanny Godoi, que divide a direção do CEMT com Neves desde 2017, afirma que a vinda à capital mato-grossense de Renato Braz, um intérprete com reconhecimento nacional e internacional, é “uma oportunidade muito rica, de aprendizado e ampliação de escuta” para os integrantes do Coro Experimental.

Para Vera Capilé, trazer Renato Braz para participar de um espetáculo do CEMT é motivo de grande alegria.

“Estou unindo dois amores que me encantam muito: essa amizade gostosa com o Renato e minha paixão pelo Coro Experimental, do qual faço parte há quase 10 anos. Estou muito feliz, realizada”, comenta a veterana cantora, que destaca ainda a  felicidade de subir ao palco do Cine Teatro Cuiabá junto com o seu amado Waldir Bertúlio.


Um mergulho na diversidade - Mas, afinal, o que o público pode esperar desse novo espetáculo? Segundo Jefferson Neves, a ideia de “Um Ney para cada um” surge do desejo de mergulhar na diversidade — de timbres, interpretações e identidades. A proposta é que cada integrante do Coro encontre “o seu próprio Ney” e ela será compartilhada com o espectador, que poderá se encontrar com o “seu Ney”, ao se deliciar com canções como “O patrão nosso de cada dia” e “O Vira” (da fase dos Secos & Molhados), “Homem com H”, “Rosa de Hiroshima”, “Sangue latino” e “Pro dia nascer feliz”, entre outras.

“Este trabalho tem sido um laboratório criativo muito rico para mim como diretor musical. Estou experimentando novas sonoridades nos arranjos, explorando outras texturas vocais e propondo desafios diferentes para o coro, tanto tecnicamente quanto expressivamente”, diz Neves, conhecido por seus múltiplos talentos como arranjador, cantor, maestro, pianista, escritor e roteirista. A propósito, todos os arranjos do novo espetáculo são de sua autoria. O espetáculo contará ainda com a participação especialíssima dos músicos Marinho Sete Cordas (no violão) e Juliane Grisólia (na percussão).

Quem acompanha as apresentações do Coro Experimental desde o primeiro “A tempo”, encenado há quase nove anos, sabe que há sempre uma preocupação cênica, estética e conceitual muito forte, muito além da execução musical. “O novo espetáculo segue esta linha, de forma ainda mais ousada. O público pode esperar um coro em movimento, explorando contrastes, dramaticidade e uma construção coletiva que valoriza as individualidades. É um espetáculo que transita entre o íntimo e o explosivo, entre o delicado e o visceral — exatamente como o universo do Ney propõe”, detalha Neves.

“Além disso, estamos lidando com um repertório que exige entrega emocional e presença cênica intensa. Então não é apenas um concerto: é uma experiência performática, onde voz, corpo e interpretação estão completamente integrados”, conclui.

O CEMT é um coro independente e atualmente conta com o apoio do Instituto Ciranda – Música e Cidadania. A produção dos espetáculos é realizada de forma coletiva pelos integrantes do grupo, com destaque para alguns cantores que contribuem com sua expertise, entre eles, a artista visual Rosylene Pinto, responsável pela idealização e confecção dos cenários, e o fashionista Luiz Pita, que elabora e coordena a proposta de figurino dos coralistas. É importante destacar também a participação do violoncelista Thiago Gasparini, integrante do naipe dos baixos e barítonos.

 

Mais sobre Renato Braz – O cantor paulistano Renato Braz é uma das referências obrigatórias no atual cenário da música brasileira. Desde seu disco de estreia, “Renato Braz” (1996), que lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp como melhor disco na categoria revelação, ele vem conquistando admiradores em todo país e no exterior. Ao longo das três últimas décadas, ganhou diversos prêmios e lançou mais de uma dezena de álbuns, com a participação de artistas renomados, consolidando uma carreira reconhecida em nível nacional e internacional. Em sua participação no espetáculo “Um Ney para cada um”, Renato apresentará alguns solos e cantará com o CEMT.

 

Serviço

O que: Espetáculo “Um Ney para cada um”

Quando: 21 de maio de 2026 (quinta-feira), às 20h

Onde: Cine Teatro Cuiabá

Compra de ingressos: https://daningressos.com.br/eventos/um-ney-pra-cada-um-14856.html

 

sexta-feira, 13 de março de 2026

Theatro Fúria abre seleção de artistas para centro de desenvolvimento de talentos e formação de novo elenco

Foto: divulgação

Theatro Fúria abre seleção de artistas para centro de desenvolvimento de talentos e formação de novo elenco



quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Coro Experimental MT inicia Temporada 2026 com a inscrição de novos cantores

 


Coro Experimental MT inicia Temporada 2026 com a inscrição de novos cantores

Audições para novos cantores e ensaios acontecem na sede do Instituto Ciranda

 

Diversos estudos comprovam os efeitos positivos do canto para a memória, a preservação da vitalidade das pregas vocais e de vários órgãos vitais para o equilíbrio do corpo e da mente. Cantar em grupo traz outros benefícios como aprender a ouvir a sua própria voz e buscar a harmonia com outras vozes, além de proporcionar a oportunidade de conhecer novas pessoas. Você pode encontrar tudo isso no Coro Experimental MT (CEMT), que abre inscrições para novos cantores nesta segunda-feira (dia 19/01).

O CEMT está iniciando a sua Temporada 2026 com todo gás, trazendo a experiência de um grupo que está em atividade desde 2017, sempre sob a direção artística de Jefferson Neves e Tuanny Godoi. Nesses nove anos de vida, como coral independente, enfrentou mudanças (inclusive de endereço) e superou um ano de ensaios online por conta da pandemia de covid-19, sempre buscando manter a essência de um coro experimental no sentido de estar aberto para novas parcerias e novos desafios, buscando a diversidade de estilos musicais.

Em 2025, por exemplo, o CEMT iniciou uma parceria com o Instituto Ciranda – Música e Cidadania, que deverá se estreitar nesta nova temporada. Outra parceria que se mantém é com o premiado grupo Flor Ribeirinha, que contou com a participação especial dos integrantes do coro em alguns espetáculos. O CEMT conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

O maestro e arranjador Jefferson Neves está entusiasmado com os preparativos para a nova temporada do CEMT e, como de hábito, faz segredo sobre os temas dos espetáculos do grupo, cuja característica principal é o fato de não se limitar ao canto coral. Todos os integrantes dançam e atuam em apresentações que ora visitam o universo sertanejo, ora recriam clássicos da música pop nacional e internacional, com incursões pela MPB e pelo repertório erudito.

“Todas as possibilidades estão abertas no CEMT. Como trabalhamos com arranjos próprios na maioria dos casos, não há limites para a nossa criatividade. E os integrantes do grupo – com idades que vão de 17 a mais de 70 anos – mergulham de cabeça nas nossas propostas, sempre apresentando algo novo para o público mato-grossense”, afirma Jefferson Neves.

Os ensaios do CEMT acontecem às quintas-feiras, a partir de 19h30, e o primeiro encontro da Temporada 2026 será no dia 5 de fevereiro.

Se você tiver interesse em saber mais sobre o CEMT, visite o Instagram do grupo @coroexperimentalmt e acesse este link para fazer sua inscrição: https://acesse.one/ZsBLh

Mas não demore, porque as vagas estão realmente limitadas. As audições para novos cantores estão marcadas para o dia 3 de fevereiro, na sede do Instituto Ciranda (Casa de Bem Bem), no Centro de Cuiabá.

“A audição serve para verificarmos a afinação, a capacidade de cantar junto com outras vozes e a extensão vocal dos candidatos, com o objetivo de fazermos a classificação dos novatos em algum dos naipes: sopranos (1 e 2), contraltos (1 e 2), tenores (1 e 2), barítonos e baixos”, explica Tuanny Godoi. O mais importante, segundo ela, é ter disponibilidade para os ensaios e comprometimento com o CEMT, pois é necessário complementar os estudos em casa.