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domingo, 1 de julho de 2012

Somos elegantes quando agimos na intimidade do lar da mesma forma que agimos perante uma celebridade - Coluna re-Ver por Isolda Risso



Somos elegantes quando agimos na intimidade do lar da mesma forma que agimos perante uma celebridade:
A forma como nos comunicamos fala muito a nosso respeito, assim como as ferramentas que utilizamos , os gestos, as palavras, o modo como se usa o celular, a maneira de vestir-se, o corte de cabelo, os acessórios ,o modo de caminhar entre tantas outras expressões, nos da uma referencia  parcial se somos elegantes, educados ou não.
Quando vejo meus filhos esquecidos de algumas regrinhas básicas de educação costumo abordá-los com a seguinte indagação: seu desejo é ser educado ou envernizado?
Imediatamente sinto meu corpo arder como se estivesse em chamas, pois meus pimpolhos me fuzilam com seus lindos olhos. Todavia prefiro ser queimada por eles a vê-los na fogueira por olhos alheios. O que o verniz tem a ver com a elegância e educação? Já tive o prazer de ver pessoas que em lugares públicos ou que possam estar sendo observados, fotografados, serem exemplos de educação e mestres em boas maneiras. E o desprazer de ver as mesmas personalidades em questão na intimidade do lar e custei a acreditar que se tratavam das mesmas, tamanha a diferença no comportamento.
Quando aprendemos algo e praticamos, torna-se um hábito incorporando e influenciando diretamente em nosso modo de sentir, agir gerando um comportamento que independente do lugar que nos encontramos, de quem nos acompanha ou nos observa agimos de forma igual. O envernizado só tem uma boa postura diante dos holofotes, ele obteve a informação de como agir corretamente, aprendeu, pois age vez e outra, mas não internalizou, ficou na superficialidade não exercitando o suficiente para aderir a sua conduta de forma natural.
Muitas pessoas agem fora de casa com gentileza pedem, por favor, utilizam o muito obrigado frequentemente e quando adentram ao lar... se tornam verdadeiros tiranos. A elegância é uma das aliadas da educação e a educação é a chave que abre a porta para a libertação...... seja de ideias, ideais, da  alma que caminha rumo a evolução.
Um abraço!
Isolda

domingo, 24 de junho de 2012

Somos elegantes, quando reconhecemos nossas limitações tanto quanto valorizamos nossas conquistas. Coluna re-Ver por Isolda Risso!!



Somos elegantes, quando reconhecemos nossas limitações tanto quanto valorizamos nossas conquistas.

“Equivoca-se quem diz ser o que não é,tanto quanto aquele que nega ser o que é” Joanna de Ângelis.         

Somos seres complexos , vivendo em um mundo complexo imerso em um universo de difícil entendimento para a maioria dos mortais. Exigir de nós o entendimento e a compreensão total dessa engrenagem nos colocaria a beira da loucura.
É importante que sejamos curiosos, desejosos por aprender e aprimorar a  intelectualidade a  cultura ampliando horizontes, mas aceitar que temos limites é fundamental para o equilíbrio emocional.
Infelizmente  a maioria de nós somos frutos de uma educação castradora,cheia de equívocos onde nossos pais ao nos educar tiveram as melhores das intenções, todavia nem sempre com uma boa direção.
Uma péssima direção que o primeiro educador comete e nesse caso o primeiro educador a que nos referimos são nossos pais podendo ser também professores , é fazer uso da comparação.
Não são poucas as vezes que com a intenção de despertar em nós o desejo de melhoria  fizeram uso dessa metodologia o que é um verdadeiro desastre.
Comumente as comparações nos coloca em desvantagem em relação ao outro comprometendo a  autoestima  e por consequência  dando brecha para a insegurança se instalar.
Não nos ensinaram a olhar nossas deficiências e limitações com naturalidade e sim com criticas duras , ásperas como se fossemos menos que o outro  e quem de nós estamos em condições de apontar a deficiência alheia?
É bíblico.....o próprio Cristo já nos disse: “atire a primeira pedra aquele que nunca errou” afirmando assim nosso nível de igualdade..
Não devemos  exigir mais do que podemos dar ,não se obrigar a ser brilhante em tudo e reconhecer que estamos em fase de aprendizagem colabora e muito para a superação das próprias limitações.
Todavia ter esta consciência não é sinônimo de acomodação ou passar a mão em nossas cabeças , vejo como estimulo pois não estamos fadados ao fracasso e sim repletos de possibilidades bastando somente entender , aceitar o momento e perseverar no caminho que todos estamos predestinados a plenitude.
Ser elegante também é ser autentico e sem falsa modéstia reconhecer nossas conquistas.
Pessoas há que se fantasiam de humildes e se colocam em condições de menor valia, de coitadinhos o que é um grande equivoco pois a verdadeira  humildade tem conexão direta com a verdade.
 Um abraço!
Isolda


domingo, 10 de junho de 2012

Somos elegantes quando sentimos e vivenciamos a gratidão! Coluna re-Ver por Isolda Risso


“Devemos fazer o bem  não importa a que e que nossa mão esquerda não saiba  o que dá a nossa mão direita”.
 Sábias palavras proferidas pelo maior sábio que a terra já abrigou....
Que alegria sentimos quando podemos fazer alguém feliz.
Ao experimentarmos as sensações  e emoções que o bem proporciona  estamos nos relacionando diretamente com as energias propiciadoras de paz, saúde, amor, prosperidade e luz.... e ao mesmo tempo nos desconectando de tudo que  leva ao oposto dessas emanações.
O mesmo ocorre quando  conseguimos sentir a gratidão. Embora que os dias sejam compostos ora de sal  ora de açúcar, deveremos ser eternamente gratos pelo simples fato de a cada dia ser uma pagina em branco de braços abertos nos convidando a escrever ou reescrever nossa história.
Se pararmos diante do espelho para nos olhar  com  os olhos da gratidão iremos nos deparar com a maquina mais perfeita de que o homem já  teve acesso, o corpo humano.
Independente dele ser alto, baixo, gordo ou   magro... para alguns em perfeita saúde para outros com deficiências em algum  ou alguns aspectos, o corpo humano em si é perfeito.
Olhe para seus pés...já parou para pensar sobre o quanto eles são importantes para você? Te leva a todos os lugares...te proporciona visualizar belas paisagens, dançar, correr.
Do momento  que nos levantamos até a hora de dormir são os pés que nos carregam, pouco importa se vamos  a pé de ônibus, carro, trem ou avião...os pés que por primeiro nos locomove. Imagine-se sem eles, complicado né.
Os joelhos,  que desajeitado seria, e difícil de caminhar se não fosse a existência ou a flexibilidade dos mesmos iríamos parecer pernas de pau. O fêmur ligado ao quadril é o que nos faz rotacionar .
O tronco que acolhe a maioria dos órgãos vitais, que recebe os braços que abraçam e aconchega. As mãos que acariciam, trabalham, alimentam.
O pescoço que apoia a cabeça, que possibilita   olhar de um lado do outro , para cima ...para baixo.
A cabeça, o cérebro receptor central dos sentidos. A visão, o paladar, a audição o olfato o tato e a mente a grande regente. Temos tanto o que agradecer .
Agradecemos tudo que temos...o que nos  acontece ou deixa de acontecer, afinal em toda experiência tem uma mensagem para que possamos decifrá-la, basta permitirmos que elegantemente a gratidão  retire a venda do nossos olhos.
Um abraço!
Isolda

domingo, 3 de junho de 2012

Somos elegantes, quando entendemos que a fala ensina, porém, o exemplo detém o poder de inspirar e despertar no outro o desejo de mudança - Coluna re-Ver por Isolda Risso




Quem já não ouviu a célebre frase: “faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço”.
Será que essa fala em algum momento da humanidade surtiu o efeito desejado?
Com todo respeito aos simpatizantes e propagadores desse conceito, penso um pouquinho diferente. Vamos lá...
Acreditemos ou não, queiramos ou não, gostando ou não, sempre haverá de ter alguém nos observando. Seja para criticar, elogiar, reprovar ou se inspirar. Se o que verbalizamos pode ensinar, são nossos atos que se tornam referência.
Eu internalizei este conceito de forma surpreendente e quem me mostrou foi uma criança de 6 anos... meu filho.
Sou mãe de um casal, e como toda mãe sou a primeira educadora dos filhos. Sempre ensinei as crianças que independente das diferenças que venha ocorrer entre elas, que mantivessem a postura, que para expormos nossos pensamentos ou defendermos uma idéia não temos necessidade de gritar. Sinceramente meu discurso era de causar inveja a qualquer um.
Um belo dia me vi em uma situação onde meu humor se alterou.
No inicio do enrosco notei que não seria fácil chegar a um bom termo, e não deu outra, os ânimos se afloraram, a paciência se esgotou, o tom de voz se alterou e muuuiiiiiito, foi quando uma vozinha de criança me resgatou do planeta (gritaria) e me trouxe para a terra com a seguinte indagação?
Você diz que eu e a Naw (minha filha) não devemos gritar um com o outro e você pode? O que vale para a gente não vale para você?
Poucas vezes na vida senti tanta vergonha como senti naquela hora. Meu filho de seis anos elegantemente, falando em tom baixo me ensinou em definitivo que se a fala ensina, só o exemplo tem o poder de arrastar.
Sejamos elegantes, oportunizando a quem nos observa com bons exemplos.
Um abraço!
Isolda


domingo, 27 de maio de 2012

Aprender e dividir! - Coluna re-Ver por Isolda Risso



Aprender e dividir!

Estagiários e educandos deste grande liceu chamado terra e independente do nosso nível de escolaridade na escala da evolução, todos somos aprendizes e poucos podem ser chamados de mestres.
Se conseguirmos tirar férias do orgulho, da prepotência que nos ronda e nos desprender do personalismo e da  arrogância que vez e outra procuram se abrigar a sombra da nossa alma, estaremos mais próximos da verdadeira elegância.
Ao despir-nos dessas fantasias que nos coloca a semelhança de Pierrôs e Colombinas, dançando um carnaval fora de época, o sentimento de superioridade que alguns sentem, evapora-se ao deparar-se com situações em que os títulos, os $, os mantos, cetros, coroas, a ciência, a tecnologia nem a intelectualidade, nada podem fazer.
São inquestionáveis os benefícios e a importância que o estudo acadêmico oferece, todavia a academia não nos ensina o maior conhecimento que um homem pode ter, “a vivencia do amor”.
O homem através de seus feitos, que compõe o macro e o micro cosmo já comprovou toda a sua capacidade intelectual, contudo mantém-se ignorante retardando aquela que deverá ser sua maior obra: a construção de si mesmo, perante a égide da moral, da ética, do auto e alo-perdão, da aceitação da sua humanidade e trabalhar para germinar em si o amor universal.
O homem elegante entende que é um aprendiz diante da grandiosidade do Cosmo, e elegantemente divide suas experiências, seu conhecimento seja ele parco ou luzente, busca aprender a desprender-se do orgulho, do egoísmo, da avareza, da inveja, mas entende que embora esses sentimentos sejam menos nobres, é absolutamente natural que ainda façam parte de si, o que não significa que irá acomodar-se e mantê-los como estão, muito menos rechaçá-los, pois não será maltratando-os ou negando sua existência que desaparecerão, e sim acolhendo-os e educando-os amorosamente com muita elegância.
Somos elegantes quando abrimos espaço para aprender com o outro, jamais se posicionando como donos da razão, “impondo nossa verdade” e desvalorizando a verdade do outro.
Um abraço!
Isolda

domingo, 20 de maio de 2012

Somos elegantes quando passamos longe de comentários vulgares - Coluna re-Ver por Isolda Risso



Somos elegantes quando passamos longe de comentários vulgares.
Vulgar: referente a vulgo, termo originário do latim vulgus, que expressa tudo que é reles, ordinário. Palavras que falam por si só e nos remete a algo que não condiz com o que entendemos como elegância.
Se levarmos em conta a condição espiritual que os habitantes deste planeta  se encontram, não haveremos de estranhar o prazer que alguns sentem ao ouvir ou verbalizar situações dessa tipologia.
 Utópico afirmar estarmos imune a este infeliz hábito, é muito provável que já tenhamos dado alguns escorregões por essa via, se não chegamos a concretizar verbalmente ao menos já povoou nossa mente.
Quando elegemos estas posturas é comum experiênciar em um primeiro momento a sensação de prazer, para logo a seguir sermos assenhoreados por pensamentos, sentimentos, emoções ou até mesmo envolvidos em ocorrências menos felizes.
É natural e esperado que assim seja, afinal nossos pensamentos e ações são semelhantes as ondas do mar, vão até a praia e quando retornam para sua origem o grande oceano, sua força vem redobrada. Seguindo esta linha de retorno, podemos mencionar que ao cultivarmos hábitos dessa natureza estamos formando em torno de nós energias da própria espécie, e ao serem lançadas no universo através do pensamento e atitudes, estamos atraindo aqueles que se assemelham.
Podemos também fazer um link com sementes, ora veja, se plantamos flores com certeza seremos agraciados por um belo jardim, contudo se semearmos cactos embora seja uma planta de beleza exótica com certeza ao manusea-los o índice de risco para que nos espetemos são grandes, afinal os espinhos fazem parte de sua estrutura, não tem como ignorar muito menos modificar. Da família das Cactáceas, os cactos é uma espécie de planta que se adaptou a regiões secas e áridas, pois se assim não fosse não sobreviveriam.
Com as pessoas adeptas ao veneninho não e muito diferente, afinal sua vida deve ser uma aridez só, caso contrário não perderiam seu precioso tempo com a vida alheia.
Acredito que se não repensarmos e com regime de urgência, a respeito de nossas escolhas que invariavelmente resulta em uma modalidade de comportamento, estaremos nos autodestruindo, atraindo para si miasmas de toda ordem. Sejamos complacentes conosco e nos afastemos o quanto possível de comentários deselegantes.
Afinal é melhor ser reconhecido como pessoa discreta ou pertencente ao reino das cobras?
Um abraço !
Isolda

domingo, 13 de maio de 2012

Elogio - Coluna re-Ver por Isolda Risso



Elogio
Somos elegantes, quando elogiamos mais do que criticamos;
Elogiar é dizer ao outro que ele esta no caminho certo, é fortalece-lo em suas escolhas e seus ideais, tanto quanto  colaborar para o seu crescimento, é fazer o outro feliz nem que seja por
um minuto.
Elogiar é uma entre muitas maneiras de fazer o bem.
Elogiar é valorizar a família,os amigos os conhecidos.
Elogiar é conectar-se ao bom ao belo.
Elogie-se  também, reconheça suas qualidades, suas virtudes, você as tem pode crer .
Elogie o bom profissional, não importa se for médico, arquiteto, cozinheiro, frentista ou construtor .
Elogie  o comportamento do  seu  filho mostre a ele que você reconhece seu esforço.
Elogiar é fazer carinho,  é dar amor, o elogio ilumina caminho e semeia esperança .
É abrir as portas e sentir a vida.
Se você já  tem por habito o  reconhecimento já vivenciou emoções indescritíveis, caso ainda esteja em treinamento, persevere,vai ver e o que é melhor, sentir que vale a pena !
Em um mundo onde o famoso rasgar ceda ou alfinetar beira a cultura, seja diferente e faça a diferença .
CRITICAR.. só vale a pena quando for feita com afeto, com o intuito de ajudar o outro crescer, aprimorar, caso contrario é melhor calar-se.
Um abraço!
Isolda

domingo, 6 de maio de 2012

Coluna re-Ver por Isolda Risso, com Crônicas aos domingos


Queridos amigos e leitores.

Normalmente associa-se elegância com boas maneiras, requinte, bom gosto, graça, garbo, ou como saber vestir-se e portar-se adequadamente.
Todavia ser elegante é muito mais que bons modos, boa aparência, saber compor cores e formas com harmonia ou manusear talheres corretamente.
Tão pouco é conhecer lugares, grifes ou restaurantes famosos, viajar de classe A, ser amiga(o)  da(o) bacana em voga, usar expressões em inglês ou francês em meio aqueles que só falam português, possuir títulos, troféus, muito menos ter um ou vários cartões de crédito dourado, prata, grafite ou negro e vale lembrar que se fosse algo tão bom assim (para os usuários) as operadoras não sairiam oferecendo a torto e direito.
Antecedendo e muito a esses predicados, o Ser elegante deve ter o compromisso consigo em desenvolver a sensibilidade nos vários campos das artes, alimentar o espírito, aprimorar sua cultura, não somente a proveniente da academia ou dos livros, dos espetáculos de ópera, mas principalmente a da alma, ampliando seus horizontes. Tanto quanto assumir uma atitude que o acompanha da primeira hora da manhã, até a hora de dormir, manifestando-se nas situações mais triviais.
A partir de hoje, abordaremos este tema com uma sequência de crônicas publicadas todos os domingos.
Ao todo serão 17 considerações, fruto das minhas observações e valores pessoais, e como nossa intenção esta pautada em simplesmente dividir experiências e ideias, as mesmas estão longe de serem regras.

Até domingo que vem...

Um abraço!

Isolda




domingo, 29 de abril de 2012

Lugar alheio - Coluna re-Ver por Isolda Risso


imagem: google

Lugar alheio

Sentir-se incompreendido e não compreender é tão mais fácil que ao contrário. Para isso, basta olhar somente para o próprio umbigo ou acreditar, ser o único “Ser” nesta terra de meu Deus a ter tribulações. Tem-se a opção também, de pensar que o seu problema é bem maior que o do restante da população.
Assim como eu, creio que você já teve a oportunidade de se deparar, com alguns simpáticos e simpáticas, que pensam e para entornar o caldo de vez, eles e elas também sentem assim. Ou seja, seus problemas são o centro do universo. Seria desleal para com meus pares, não incluir-me nesta lista.
É vero, de vez em quando baixa a síndrome da vítima.
Há períodos que o horizonte interno torna-se tão estreito que chega-se ao ponto de globalizá-lo.
A sabedoria da boa convivência sugere que, antes de lançar-se a uma ação, opinião ou julgamento, faça um exercício de reposicionamento entre você e o outro. Não é fácil, mas absolutamente possível.
Quando se propõe a encarar o lugar alheio, é mais ou menos como usar um sapato de número maior ou menor que seus pés, causa um desconforto enorme.
Em contrapartida, é comum desejar e ate exigir (sutilmente é claro) que o outro coloque-se em seu lugar. Como se não bastasse, esta nobre tarefa deverá vir acompanhada com a compreensão de seus perrengues e de preferência com um leve e acolhedor sorriso na face.
Feio ou bonito é assim que acontece. É o nosso lado sombra ainda tão presente no cotidiano dos nossas emoções. O que não é sinônimo de acomodação e deixar a bola rolar indiscriminadamente com o discurso de que: desde que o mundo é mundo isto faz parte da humanidade. Ou que: não posso modifica as pessoas, muito menos o mundo. Concordo com você, mas o mundo é composto por pessoas que juntas formam a sociedade, e você faz parte deste núcleo humano. Portanto que tal começar por repaginar a si mesmo? Caso contrario bela (o) ficaremos como estamos, um caos emocional, social, composto por pessoas insatisfeitas. O mundo que almejamos inicia–se na intimidade de cada um. Que todos esses desvios de conduta e valores e suas respectivas consequências faz parte do mundo sim, mas já é tempo de mudar.
Ainda teremos que caminhar um bocado, aprender, desaprender, desprender-se e modificar-se, reeducar-se e acima de tudo, conjugar e exercer o sentido do verbo respeitar. Só assim chegaremos a um bom termo, para que se estabeleça um pouco de paz, equilíbrio e entendimento nas relações.
Um abraço!
Isolda


domingo, 15 de abril de 2012

EDUCAÇÃO - Coluna re-Ver por Isolda Risso


imagem: google

A forma como nos comunicamos fala muito a nosso respeito.

Assim como as expressões faciais, os gestos, a maneira de vestir-se, o corte do cabelo, o andar, os assuntos que nos interessa entre outras coisas, desenha um pequeno e parcial perfil de quem somos. Quando vejo meus filhos esquecidos de algumas regrinhas básicas de educação, costumo abordá-los com a seguinte pergunta: Seu desejo é ser educado ou envernizado? Imediatamente sinto meu corpo em chamas, pois me fuzilam com seus lindos olhos, todavia prefiro ser queimada por eles, a vê-los queimados por olhos alheios. O que o verniz tem a ver com a educação? Nada e tudo. 
Já vi pessoas que em lugares públicos ou que possam ser observados, fotografados, se portarem como exemplos de educação e mestres em boas maneiras. Tanto quanto tive a oportunidade de ver algumas dessas pessoas na  intimidade, e levei um tempo para processar de que se tratavam das mesmas, tamanha a diferença no  comportamento. Quando aprendemos algo e praticamos, torna-se um hábito e desse hábito gera-se um comportamento que passa a ser natural em nós, agimos da mesma forma independente do lugar em que nos encontramos, de quem nos acompanha, ou nos observa. O envernizado só tem uma boa postura mediante os holofotes, ele obteve a informação de como agir corretamente, aprendeu (pois age vez e outra), mas não internalizou os novos conceitos e valores. 
Altas cifras, conhecimento intelectual, poder, elegância e educação, necessariamente não caminham juntos, infelizmente. Quando se refere à educação, algumas cabecinhas associam com etiqueta, modos, jeitos ou trejeitos, mas educação vai muito além, é um processo de desenvolvimento da capacidade intelectual, moral e ética do ser humano, visando a sua integração social.
É lamentável ver uma criatura  prevalecer-se da posição socioeconômica e humilhar aqueles que no momento se encontram em situação “inferior” a ela, como garçons, secretárias, serventes, atendentes, ou qualquer um que julgue não estar a sua “altura” ou ser merecedor da sua atenção. Não menos lamentável é ver indivíduos bajular alguns  que no momento se encontram em posição de “destaque”, independente de serem confiáveis, íntegros, éticos ou não.
A humanidade esta vivendo um momento onde a distorção de valores atingiu seu cume, honestidade virou coisa ultrapassada e quem permanece convicto de seus valores recebe o nome de bobo. Empreendedor é passar a perna, ser esperto é sacanear, criativo é sinônimo de malandragem e tráfico de informações um negócio altamente lucrativo. 
Ser culto, íntegro, ético, nada vale se não for articulado, entende-se como articulado a pessoa que tem esquemas. Corrompem e  deixam-se corromper com tamanha naturalidade que faz parecer que caráter é mera banalidade. 
Há conceitos que devemos reformular sim, tanto quanto devemos preservar todos aqueles que valorizam e educam o ser humano para se tornar um colaborador na construção de uma sociedade mais justa.  
Todos almejam, mas poucos se dispõem a colaborar para sua concretização. Alguns até colaboram, principalmente se tiver divulgação em jornais e colunas sociais, mas seus interesses devem ser preservados.

Difícil né... Pelo jeito ainda vamos penar por mais um bom tempo.

Um abraço!

Isolda


domingo, 1 de abril de 2012

Beleza - Coluna re-Ver por Isolda Risso

imagem: google
Beleza
A perspectiva de vida aumentou. 
Ainda que, diante de tantas possibilidades e recursos para nos manter saudáveis por mais tempo, da evolução científica que galopa rompendo barreiras até então inimagináveis, ofertando a humanidade um horizonte mais feliz, encontramos algumas pessoas temerosas, ansiosas, com medo do inevitável, que é o envelhecimento natural das células, refletindo também na aparência corporal. 
Envolvidos pela ânsia da estética idealizada, buscam alucinadamente manter-se no frescor da juventude, como se isso fosse possível. Expõem-se a riscos de forma inconsequente, criam-se expectativas que nem sempre se concretizam, culminando em frustrações. Em alguns casos desestrutura o emocional, tornando a situação mais complexa e de difícil solução. 
É deprimente ver homens e mulheres com rostos descaracterizados por químicas ou procedimentos cirúrgicos, feitos por alguns profissionais, que o maior bem que visam são os relacionados aos dígitos. 
Deixo bem claro, que de forma alguma sou contra as técnicas e procedimentos que nos favoreça uma aparência mais jovial, no entanto, acredito que devemos respeitar os limites que a idade nos impõe. 
É imperioso saber que a medicina evoluiu sim, mas não chegou ao ponto dos milagres, estes permanecem sob a tutela de Jesus Cristo, seus apóstolos e Santos. 
Algumas pessoas buscam insistentemente a aparência da juventude, mas esquecem de ser joviais. Vivem enfunados, mal humorados, apressados, pouco sorridentes. Dirigir-se a alguém e dizer um bom dia, boa tarde, ter um gesto de gentileza para com o outro, é um esforço enorme. 
Caminham entre seus pares como se fossem inexistentes ou transparentes e vivem o hoje como se fosse o último dia da atual existência. Se assim fosse, melhor seria que estivessem em paz para fazer a grande travessia entre a vida no corpo e a eternidade. 
Acredito que a forma como vivemos e administramos as situações do dia a dia, a falta de um objetivo que de sentido a vida, os valores por vezes distorcidos, a importância que se destina a posição socioeconômica, que nem sempre corresponde aos anseios pessoais, o consumismo que consome, os conflitos familiares, sejam grandes colaboradores para que depositem na aparência, uma forma de compensar-se por frustrações não elaboradas e experiências malsucedidas. 
Busca-se a beleza externa, mas esquecem de cultivar a beleza da humildade, da solidariedade, da compaixão, da honestidade, da ética, da educação. A amizade desprendida de projeção social, interesses e acordos comerciais esta cada dia mais rara. Que falta de beleza nessa constatação. 
Foca-se na beleza e esquece-se de buscar a sabedoria, que liberta da ignorância trazendo o equilíbrio necessário para vencer desafios e desenvolver talentos adormecidos. Busca-se a melhor aparência e perde-se nas dificuldades corriqueiras do cotidiano. 
Anos a fio, desgastando lenta e continuamente as fibras da emoção, através de exigências incabíveis, intolerância, impaciência, criando necessidades desnecessárias, não é de estranhar que o conflito se instale que a criatura desconecte-se da sua essência gerando sentimentos e emoções desconexos, resultando em um envelhecimento célere.

Um abraço!
Isolda


domingo, 25 de março de 2012

PALAVRA - Coluna re-Ver por Isolda Risso

imagem: google

PALAVRA
Diante de um painel de parede, deparei-me com varias imagens e em cada imagem continha uma palavra.
Palavras como fé, esperança, alegria, bondade, paz, liberdade, coragem. O termo palavra deriva originalmente do grego (parabolé) tomada emprestada pelo latim que gerou (parábola).
A neurolinguística e  a física quântica vem comprovando que:quando falamos, estamos traçando nosso destino, resultando assim em nosso sucesso ou insucesso, saúde ou doença , alegria ou tristeza .
O que determina um fato do outro, é a qualidade e intensidade  dos nossos pensamentos, expressado ou não.A palavra edifica,encoraja, acolhe, consola. Tem o poder de gerar atitudes, mudar comportamentos, transformar vidas.
Tanto quanto alfineta, fere, calunia.
Pelas palavras surgem os discursos que iludem, enganam. Com palavras o homem mente, distorce, escamoteia, cria ligas e se desliga, de acordo com seu mais recente interesse.
Em contrapartida, usando palavras, sensibilizamos, criamos campanhas que arrecadam roupas, alimentos, remédios, sustentam.
Da união das palavras nasce a poesia, a prece, a letra da melodia.
Com palavras fazemos o outro chorar ou sorrir.
Através da palavra homens e mulheres, dedicados ao ensino transmitem conhecimento.
Homens e mulheres da lei, com palavras libertam comparsas, são complacentes, também julgam e condenam inocentes.
Como você usando a palavra?
O que tem saído dos seus lábios são palavras que constrói ou destrói?
Você tem usado o seu poder da fala para acolher, compreender ou esta usando este super-poder para julgar, preconceituar?
Através da palavra você tem sido agente de amor ou ódio?
Caso queira, reflita sobre isso…..

Um abraço! 
Isolda 

domingo, 18 de março de 2012

MEDO - Coluna re-Ver por Isolda Risso


imagem: Van Gogh "medo"
Entre inúmeras possibilidades, o medo, é um dos fatores que mais contribui para intensificar  o   sofrimento.
O ser humano apresenta uma enorme resistência em olhar de frente para as situações que o aflige. Comumente adia-se, protela-se decisão de conotação desagradável e de menor palatabilidade.
Como integrante do povo valho-me da linguagem popular e digo: vai-se  empurrando com a  barriga, até chegar à beira do abismo. E ai, o bicho pega; as coisas se complicam e as chances de resolver as pendências, com sucesso ou relativo êxito, tornam-se mais difíceis, distantes e, certamente, mais dolorosas.
Não fazemos isso por covardia, fraqueza, má vontade ou porque a  ficha não caiu (às vezes até pode ser) mas, o comum é que  não seja.
As atitudes retardadas acontecem por que: 
a) não estamos prontos para enxergar e encarar o que já sabemos por intuição e antecipação; 
b) aquilo que iremos nos deparar  será  difícil de engolir, digerir e, é muito provável, que nossa zona de conforto terá suas bases deslocadas.
Ai, ai, ai, sapato novo é bonito, mas, até tomar o jeito do pé, além de levar certo tempo, aperta e pode provocar algumas bolhas.
Tirar a venda dos olhos e olhar com empenho, movendo-se em direção a uma solução ou uma saída para o que sentimos como fatigante, ofensivo, moroso, penoso e seus afins, exigem de nós força e coragens que, por vezes, não acreditamos possui-los.
Isso amedronta!
Algumas vezes, a única saída é aceitar que não tem saída, ou que não compete a nós a resolução de tal ou qual impasse.
Que permitir que o tempo se encarregue de fazer seu trabalho, talvez seja a única e  melhor opção.
Aceitar não é fácil  e protelar é dar asas a angustias.
Ter coragem de enfrentar os dissabores, não é sinônimo de ausência de medo. O medo, em doses certas, amortece muitas quedas,  protege de  incidentes/acidentes e pode  nos ensinar a viver com precaução.
O medo se torna corrosivo, quando lhe conferimos o título de imputável.

Um abraço!
Isolda

domingo, 11 de março de 2012

De Olho a Olho - Coluna re-Ver por Isolda Risso

imagem: google

De olho a olho!

Há momentos, que tenho a nítida sensação de que a terra saiu do lugar e minha vida virou de cabeça para baixo. Não sei se virou de forma natural, ou se foi eu quem deu um empurrãzinho. Seja lá como for, são momentos difíceis, a insegurança e o medo se avizinham da minha alma entre outros temores. De vez em quando acontecem umas coisas na vida da gente que nos tira do prumo sabe como?
Em decorrência disso o sorriso some, a vitalidade cai por terra o humor desaparece e a paciência bate em retirada. A tensão me abraça, e dependendo da ocasião involuntariamente eu perco a fome ou me acabo na geladeira. Até gosto quando é a vez da fome fugir, me sinto mais leve em todos os sentidos, a dificuldade até se abranda, uns gramas a menos são sempre muito bem vindos, porque quando é a vez do ataque a geladeira, além do enrosco em si, surge a culpa por comer e comer, e o ponteiro da balança subir e subir, e as roupas apertarem, apertarem. Dependendo dos hormônios, do ciclo da lua, também de forma automática posso ter dois comportamentos distintos: primeira possibilidade: recolho-me, calo-me, tornando-me monossilábica (o mudismo seria ideal, mas para isso eu teria que ir para um mosteiro) vontade não me falta, ou procuro alguém para falar, ser ouvida, simplesmente ouvida, absolutamente nada além.
Quando consigo colocar para fora minhas preocupações ou dores seja lá que apuro for, normalmente encontro as respostas no próprio ato de falar (com você não deve ser diferente) porque as respostas para as nossas indagações e as melhores soluções não estão em outro lugar que não dentro de nós. Por razões diversas que vai da cultura, passando pela educação ao imediatismo, que tem ditado as regras de hoje, não aprendemos a buscar em nós o esclarecimento das questões que tanto nos inquietam. Podem ser inquietações de momento, ou aquelas que estamos arrastando desde que nos entendemos por gente. Falar sobre si e ainda falar sobre nossas dores e angústias é um ato difícil, dificílimo. Para alguns é tão, mais tão difícil que a pessoa paralisa. É uma catástrofe ter que falar sobre si mesmo. Afinal quem é ele? A que veio?
Comigo acontece assim: a princípio detecto que tem algo me incomodando, logo a seguir elejo algum acontecido ou a falta dele para justificar o meu desconforto, emburramento, seja o que for. Motivos aparentes para justificar contrariedades, tristezas ou mau humor tem aos montes. Porém é mais comum do que pensamos, que o fato ou a falta dele que elegemos como infortúnio esta longe de ser o real. Situações que nos tiram do sério ou nos provoquem sérias dificuldades, há e como há! Todavia não na quantidade que enaltecemos. Normalmente não sabemos lidar com questões que fazem parte da vida para quem esta vivo. A nós, em muitas situações cabe apenas aceitar e cá entre nós, aceitação não é algo fácil de aceitar.
Que falar ajuda, ajuda! Já sabemos disso, mas a prudência é muito bem vinda ao escolher o ouvido para receber nossas cantigas, porque, se falar é bom, saber ouvir é uma Arte. Não sei se acontece o mesmo com você, mas quando consigo abrir as portas da minha alma à procura de ajuda, fico enlouquecida quando o eleito para ouvir minhas lamúrias me interrompe a todo instante, fazendo perguntas, ou fica inquieto, olhando para os lados, para o relógio (alguns discretos, outros nem tanto) isso desperta em mim além de raiva um sentimento de desvalia.
Poxa vida, o corpo fala e a mensagem que este comportamento transmite nessa hora é: você não é importante para mim. Além de ser deseducado, dói na gente. Ou seja, elegi o candidato errado, bem feito quem mandou não ter tido feeling para escolher? O jeito agora é dar um jeito de interromper a cantiga e o mais rápido possível. Outras vezes eu nem conclui o pensamento e o ouvinte começa a proferir o que supostamente eu iria falar, palpitando, apontando soluções, futricando, tirando conclusões que estão a léguas de distância do que eu iria abordar ou do que estou sentindo.
Falar é bom e ouvir atenta, silenciosamente, olhando nos olhos, além de respeito para quem confiou em nós para dividir suas emoções é uma arte que todos podemos desenvolver.
É uma boa ferramenta para aprendermos a nos tonar melhores.

Um abraço!
Isolda





domingo, 4 de março de 2012

BUDA - Coluna re-Ver por Isolda Risso

563 a.C. - 485 a.C.
imagem extraída do google
BUDA
Buda, cujo nome original era príncipe Sidharta, foi o criador do budismo Sidharta era filho de um rei que governava Kapilavastu, cidade do nordeste da Índia, próxima á fronteira do Nepal.
O príncipe Sidharta casou-se aos dezesseis anos com uma prima da mesma idade. Foi criado em um luxuoso palácio real e nunca lhe faltaram os confortos matérias. Embora vivesse no mais absoluto luxo, sentia-se insatisfeito. Observou que os seres humanos eram na maioria pobres e sempre necessitados. Mesmo os ricos em geral mostravam-se frustrados e infelizes; e todos os homens estavam sujeitos a doenças e, finalmente acabavam morrendo.
Aos vinte e nove anos de idade, logo após o nascimento de seu primeiro filho, Gautama decidiu abandonar seu modo de vida e se devotar completamente á procura da verdade. Deixou o palácio e, com ele, a mulher, o filho pequeno e todas as suas propriedades materiais para se tornar um andarilho. Durante algum tempo , estudou com vários dos mais famosos religiosos da época, mas, após haver absorvido seus ensinamentos , não considerou satisfatórias as soluções propostas para os problemas da condição humana.
Aceitou a crença de que o rigoroso asceticismo fosse o caminho da verdadeira sabedoria, Gautama tentou tornar-se asceta, sofrendo, por muitos anos, com jejuns extremados e automortificação corporal. Percebeu, entretanto que o atormentar o corpo só atrapalhava seu cérebro, sem que fosse conduzido para mais perto da verdadeira sabedoria. Voltou, portanto, a comer normalmente e abandonou o asceticismo.
Em solidão, devotou-se aos problemas da existência humana. Em uma tarde, sentado sob os galhos de uma figueira gigante, todas as peças do quebra-cabeça pareceram encaixar-se no devido lugar. Sidaharta passou toda a noite em profunda reflexão e , quando amanheceu, estava convencido de que havia encontrado a solução e que se transformara em um Buda “um iluminado”.  Os principais ensinamentos de Buda podem ser resumidos no que os budistas denominam em Quatro Nobres Verdades:
1- A vida humana é intrinsecamente infeliz,
2- A causa dessa infelicidade é o egoísmo humano e seus desejos,
3- O egoísmo individual e os desejos podem ser dominados – a condição resultante, quando todos os desejos e demandas forem eliminados, é o nirvana.
4- Os métodos para escapar do egoísmo e do desejo é o chamado Caminho de Oito Degraus: visão, pensamento, discurso, ação, modo de vida, esforço, consciência e meditação, corretas.
Há aproximadamente 200 milhões de budistas no mundo.

“ Maiores personalidades da História”

Entre nós:
Nirvana : seria uma superação do apego aos sentidos, do material e da ignorância; tanto como a superação da existência, a pureza e a transgressão do
físico.
Asceticismo: pratica de ascese. Doutrina que considera a ascese como o essencial da vida moral. Moral que desvaloriza os aspectos corpóreos e sensíveis do homem.
Ascese: exercício pratico que leva á efetiva realização da virtude, é plenitude a vida moral.

Um abraço!
Isolda