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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Acontece nesta Sexta-feira (29/11) a I Exposição Fotográfica – SOBRE VIVER o ambiente na UNIC Campos Pantanal, no Shopping Pantanal em Cuiabá - MT


I Exposição Fotográfica – SOBRE VIVER o ambiente

No dia 29 de novembro, os alunos do CST em Fotografia lançarão a I Exposição Fotográfica – SOBRE VIVER o ambiente, na UNIC Campus Pantanal, localizada no piso 2 do Pantanal Shopping, em Cuiabá. Tendo como objetivo a troca de conhecimentos e experiências fotográficas entre os estudantes e a comunidade, possibilitará também a valorização e divulgação de fotografias relacionadas conservação ambiental, como temas que necessitam ser debatidos.

O olhar sensível e apurado dos alunos, captou imagens de áreas que serão expostas, promovendo a reflexão acerca da sustentabilidade. Por meio de palestras e fotografias, o evento irá proporcionar a reflexão acerca da forma como as pessoas estão vivendo e consumindo em nosso planeta.

Queremos possibilitar a utilização da fotografia como forma de promover a conservação da natureza, que está profundamente ligada aos aspectos culturais das comunidades tradicionais e dos grupos sociais em situação de vulnerabilidade, ressalta Cristiane Soares, organizadora do evento e professora do CST em Fotografia, da UNIC Pantanal. Estes momentos são fundamentais para a aprendizagem dos nossos alunos, promovem o contato com os desafios dos fotógrafos, em sua vida profissional: visitas guiadas, produção e participação nas exposições fotográficas, confecção de portfólios, aulas de campo, são algumas das muitas oportunidades para aliar as atividades práticas da fotografia, com ações de responsabilidade social, enfatiza o coordenador do curso, Vinicius André da Silva Appolari.


A programação do dia 29 de novembro, iniciará às 19:00hs, com palestra da fotógrafa e escritora Jeanne Martins, especialista em registrar imagens de pássaros e animais selvagens. Em seguida, receberemos as contribuições de Mario Friedlander, fotógrafo, produtor cultural e ativista ambiental, com ampla experiência em fotografia de natureza, viagens, expedições e cultura dos povos e comunidades tradicionais. A presença destes dois grandes nomes da fotografia em Mato Grosso, precede o lançamento da I Exposição Fotográfica – SOBRE VIVER o ambiente, que segue até o dia 20 de dezembro.
A participação neste evento é aberta à comunidade, com vagas limitadas, mediante inscrição no local, e acompanhamento da fanpage @facefotografiaunic e instagram @fotografiaunic, onde a programação completa será divulgada. Aos participantes, será solicitada a doação de 01 kg de ração para cães ou gatos, que serão revertidos a um abrigo de animais abandonados.


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Mário Friedlander apresenta a arte poética dos Santos Pantaneiros, Exposição Santos Pantaneiros abertura nesta quarta-feira, 22/08...

Foto: Mário Friedlander
Mário Friedlander apresenta a arte poética dos Santos Pantaneiros
Além das belezas do sagrado, a mostra traz de volta à Cuiabá um dos maiores nomes das artes brasileiras, como o artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor Bené Fonteles.  
O fotografo Mário Friedlander inaugura nesta quarta-feira (22) a partir das 20h, em Cuiabá, no Museu da Imagem e do Som (MISC) a sua exposição fotográfica, que trará registros de algumas das mais importantes festas de santo realizadas no pantanal, a exposição “Santos Pantaneiros”. A exposição ainda vai percorrer os município de Primavera do Leste e Campo Verde. A curadoria da exposição recebe curadoria do artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor Bené Fonteles. Em Cuiabá, a exposição poderá ser visitada até 22 de setembro
A mostra fotográfica apresenta as Festas de Santo tradicionais que representam a cultura e a religiosidade popular, ainda existentes na região do Pantanal de Mato Grosso, principalmente em Poconé e seus arredores.  Serão mais de 100 fotografias expostas em dois tamanhos, e instalações que inserem um “Arco da Iluminação” da Festa de São João e São Gonçalo de Dona Apolônia de Poconé, esse “arco” é um suporte para celebrações e para a colocação de luminárias cerâmicas, que uma vez acesas, darão grande dramaticidade ao cenário da exposição.
Também haverá um altar nos moldes tradicionais, com enfeites, imagens e iluminação variada, sendo que todas as peças do altar e da exposição são autênticas, cedidas por diversos festeiros com os quais o autor se relaciona há muitos anos. Além disso, alguns ambientes da exposição serão ornamentados com bandeirolas tradicionais, com diversos desenhos e recortes feitos a mão, em mutirões devocionais.
“Esta é a segunda vez que trago esta exposição para contemplação pública. Aqui faço uma conexão entre o sagrado e a cultura desses povos e sempre me surpreendo nestes encontros. São tantos devotos, manifestações artísticas diferentes que alcançam ao sobrenatural. Nela retrato os preparativos das festas religiosas e os costumes das populações tradicionais que seguem perpetuando a cultura ancestral. Minha presença nestes lugares e o consequente registro destas festas exigem um aprofundamento nas origens, pesquiso, não me limito apenas ao registro. E isso tudo é um pouco da emoção e crenças destes povos” relatou o fotografo Mário Friedlander.
Dos quase 40 anos em que escolheu Mato Grosso como morada, metade deles foram dedicados a estas viagens. Os registros fotográficos foram feitos nas festas de São Benedito, Divino, Santana, São João e São Gonçalo, São Pedro, Cavalhada de São Benedito, todas realizadas em Poconé, além de São Bento e nossa Senhora Aparecida de Rosário Oeste, festa de São Pedro da Comunidade de Joselândia e Santo Antônio da comunidade Maravilha de Poconé.
A exposição conta com a preciosa curadoria do multi artista, Bené Fonteles que residiu muitos anos em Mato Grosso e tem atuação destacada nas áreas de cultura popular e de patrimônio imaterial. Em sua última participação durante a 32º Bienal de São Paulo, o artista visual considerou-se um “artivista”, pois desde 1970, trabalha com projetos transdisciplinares.
“A imensa sensibilidade de Mário, não só em fotografar, mas viver ao acolher a espiritualidade da gente pantaneira em seu território visual, está marcada ou demarcada pelas fronteiras naturais do Estado de Mato Grosso. Na mostra, estamos retratando sentimentos, captados pelo do seu olhar, por meio de elementos usados nas cerimônias, a exemplo das luminárias aos altares, que estabelecem o caráter precioso do costume regional das comunidades festeiras”, destaca o curador.
A exposição fotográfica é viabilizada através do Edital Circula-MT, da Secretaria de Cultura do Estado de Mato Grosso – (SEC-MT) e conta com o apoio da EXPOIMAT-UFMT, da Prefeitura Municipal de Cuiabá, Prefeitura Municipal de Campo Verde, Prefeitura Municipal de Primavera do Leste.
Bené Fonteles
Artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor. O José Benedito Fonteles iniciou sua carreira em 1971, expondo no 3º Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará. Em Fortaleza, trabalha como jornalista. Durante as décadas de 1970 e 1980, integra anualmente diversas exposições coletivas, nacionais e internacionais, ligadas à arte postal e a pesquisas de novos meios de expressão. Nesse período, participa de quatro edições da Bienal Internacional de São Paulo (1973, 1975, 1977 e 1981). Realiza, ainda, a partir de 1974, diversas mostras individuais, no Brasil e no exterior.
Entre 1983 e 1986, dirige o Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP) da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Na década de 1980, envolve-se em projetos e movimentos voltados à preservação ecológica, procurando uni-los à criação artística. Em 1991, muda-se para Brasília, onde mantém atuação como ativista ecológico e organizador de eventos artísticos. Em 1997, organiza a montagem da sala especial do artista baiano Rubem Valentim, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM/BA). Entre os livros que publica, destacam-se O Livro do Ser (1994) e O Artista da Luz (2001), sobre Rubem Valentim. Seu trabalho como compositor está reunido no CD Benditos, lançado em 2003, que agrupa três trabalhos anteriores, Bendito (1983), Silencioso (1989) e Aê (1991). Em 2003, recebe da Presidência da República a comenda Ordem do Mérito Cultural e em 2016 apresenta-se na 32º Bienal de São Paulo com a obra de instalação “Conversas para adiar o fim do mundo”.

Serviço
O que: Exposição Santos Pantaneiros
Local: Museu da Imagem e do Som - Rua Voluntários da Pátria - Centro  
Abertura: 22 de Agosto
Horário: 20h
Informações: (65) 99274-1456
* Visitação de segunda-feira a sexta-feira, das 9 às 17h – até 22 de Setembro.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Museu de Arte de Mato Grosso abre nesta quinta-feira (05/11) a Mostra Fotográfica Santos Pantaneiros por Mario Friedlander


O fotógrafo e documentarista Mario Friedlander revela em mostra individual que começa nesta quinta-feira (5), às 20 horas, no MAMT, recortes da cultura popular, registros de algumas das mais importantes festas de santo realizadas no Pantanal. Segue até o dia 29 de novembro

Cores vibrantes traduzem a fé do povo mato-grossense e saltam aos olhos, revelados pelo foco apurado do fotógrafo e documentarista Mario Friedlander. Em mostra individual que começa nesta quinta-feira (5), no Museu de Arte de Mato Grosso, ele revela recortes da cultura popular, registros de algumas das mais importantes festas de santo realizadas no pantanal. A exposição “Santos Pantaneiros” será lançada às 20 horas, com apresentação do grupo Mascarados de Poconé.

Ao todo 84 imagens formatadas em dois tamanhos diferentes compõem o projeto, dentre elas, um mosaico com 60 fotos que retratam os preparativos das festas religiosas e os costumes das populações tradicionais que seguem perpetuando a cultura ancestral. As fotografias podem ser conferidas até o dia 29 de novembro.

O fascínio pela temática, segundo Friedlander, é herança do sincretismo religioso adotado pelo pai. “Me atrai tanto pelo fato que meu pai era um judeu umbandista, tanto pela oportunidade de vivenciar experiências muito interessantes com comunidades e povos tradicionais”, destaca.
“Sempre me surpreendo nestes encontros. São tantos devotos, manifestações artísticas diferentes que alcançam o sobrenatural”, testemunha Mario. Ele ressalta ainda, que a presença nestes lugares e o consequente registro destas festas lhe exigem muito aprofundamento. “Interesso-me pelas origens, pesquiso, não me limito apenas ao registro”.

Dos 35 anos em que escolheu Mato Grosso como morada, ele calcula que 17 deles foram dedicados a estas viagens. Os registros fotográficos foram feitos nas festas de São Benedito, Divino, Santana, São João e São Gonçalo, São Pedro, Cavalhada de São Benedito, todas realizadas em Poconé, além de São Bento e nossa Senhora Aparecida de Rosário Oeste, festa de São Pedro da Comunidade de Joselândia e Santo Antônio da comunidade Maravilha de Poconé.

A diretora executiva do museu, Viviene Lozi, declara que as imagens revelam tradição das celebrações festivas presentes na cultura popular brasileira. “O Governo de Mato Grosso e o Museu de Arte convidam o público, pois foi especialmente idealizada. Uma instalação denominada Arco da Iluminação, deve encantar o público”, garante.

Segundo Viviene, trata-se de uma réplica com elementos usados na cerimônia a exemplo das luminárias de cerâmica, um altar que estabelece o caráter precioso do costume regional das comunidades festeiras, além de uma sala repleta de bandeirolas, que costumam ser ícones da decoração destas festividades.

Quem conferir a abertura da exposição tem ainda a oportunidade de conferir outra mostra, a Hemma Thomas. Esta denúncia por meio da arte, um universo invisível aos olhos da sociedade que se materializa em relatos diários de boletins de ocorrência e reportagens que denunciam os horrores da violência doméstica. O acervo surrealista com comprometimento social que escandaliza e denuncia, pode ser visto até o dia 22 de novembro.

O Museu de Arte de Mato Grosso é administrado via contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, por meio da Associação Casa de Guimarães. Visitações podem ser feitas de terça-feira a domingo, das 9 às 17 horas.


SERVIÇO:
Santos Pantaneiros, de Mario Friedlander
Abertura: 05/11 às 20 horas
Período: 05/11 a 29/11
Entrada Gratuita
Local: Museu de Arte de Mato Grosso, que fica na rua Barão de Melgaço, antiga Residência dos Governadores)
Informações: (65) 3025-3221
Facebook: Museu de Arte MT

quinta-feira, 14 de maio de 2015

ACONTECE NESTA QUINTA-FEIRA (14/05) A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO ÁGUA DE VIVER DOS FOTÓGRAFOS MARIO FRIEDLANDER, JOSÉ MEDEIROS E IZAN PETTERLE, NO MUSEU DE ARTE DE MATO GROSSO


A exposição “Água de Viver” abre no dia 14, às 19 horas, no Museu de Arte de Mato Grosso para revelar os olhares de importantes nomes da fotografia brasileira - Mario Friedlander, José Medeiros e Izan Petterle – sobre a temática


A escassez de água no planeta, sua distribuição desigual e o uso desordenado dos recursos hídricos têm suscitado intenso debate sobre a necessidade de seu uso racional pelas populações do mundo todo. Pois bem, como um alerta, a arte pode ser um efetivo instrumento de conscientização, tomando como ponto de partida a beleza que se tem e os danos que se acumulam.

E é para retratar esse panorama que o Museu de Arte de Mato Grosso lança mão da produção fotográfica em sua nova exposição. “Água de Viver” abre no dia 14, às 19 horas, para revelar os olhares de importantes nomes da fotografia brasileira, radicados em Mato Grosso: Mario Friedlander, José Medeiros e Izan Petterle, sobre a temática.

Em suas obras, Izan revela a diversidade do uso desse bem natural, por pescadores em suas embarcações, animais e rituais, entre outros em preto e branco. As imagens foram clicadas em diversos lugares do Brasil como Tocantins, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Alagoas e Maranhão.

Enquanto isso, José Medeiros apresenta em um primeiro momento o rio Cuiabá sendo degradado e poluído; representado por um mosaico de fotos que contém objetos que foram jogados no rio. Em um segundo momento, ele revela a água sendo utilizada de forma correta e natural, por povos indígenas das etnias ikpeng e enawenê-nawê, do Médio Xingu. Medeiros também aposta na técnica de sobreposição de fotos.

Por fim, Mario Friedlander apresenta fotografias aéreas da água na natureza, ora em equilíbrio, ora em estado de degradação sobre os efeitos do garimpo no pantanal em Poconé (MT), desvio do curso de rios e o avanço do desmatamento sobre áreas naturais, entre outros. Suas fotografias, a maioria em plano aberto, trazem também uma peculiaridade da água em diversos lugares do Brasil como Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, e em áreas de fronteira com Paraguai e Bolívia.

Ao todo, 53 imagens tomam os espaços do museu, em suportes e formas distintas. Os belos ou alarmantes cenários estão retratados também em adesivos, lonas e duas instalações.

De acordo com a diretora executiva do museu, Viviene Lozi, no projeto de ocupação, tudo foi explorado. “Procuramos consolidar a criação em suportes e ambientes diferentes, utilizando salas, chão, teto, corredores, paredes de escadas e recepção, janelas e piscina na parte externa, integrados à exposição e, ao mesmo tempo, os ambientes foram organizados para obter a privacidade ou a neutralidade imprescindível para as obras fotográficas expostas”.

Com esta exposição, a diretora do museu espera estimular reflexão sobre a importância de tratar esse recurso natural "com o carinho e o respeito merecidos, considerando a água, o sangue da vida”. A curadoria é coletiva e conta com a participação dos três fotógrafos e da equipe do Museu de Arte de Mato Grosso.

Vale ressaltar, a mostra foi viabilizada graças à sensibilidade de apoiadores que acreditaram na realização deste projeto, como a CAB Cuiabá, a Plaenge, a Associação Casa de Guimarães, a Sala da Mulher da Assembleia Legislativa e a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso.



Serviço:

Abertura da exposição Água de Viver

Museu de Arte de Mato Grosso

De 14 de maio, às 19 horas

Visitação até 14 de junho, de terça-feira a domingo, das 9 às 17 horas

O museu fica na rua Barão de Melgaço, 3565, Centro

Prédio da antiga Residência dos Governadores de Mato Grosso

Telefone: 65 3025-3221