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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Cuiabá e Livramento recebem nesta semana, a estreia do documentário Giramundá – o Congo e a Diáspora

 Dançantes do Congo nas ruas de Livramento  - Ahmad Jarrad

Cuiabá e Livramento recebem nesta semana, a estreia do documentário Giramundá – o Congo e a Diáspora

No município de Nossa Senhora do Livramento (a 40 km de Cuiabá), a comunidade negra rural realiza a Dança do Congo. Este teatro-ritual representa a guerra entre dois reinos (Congo e Angola) e tem como centro da disputa uma questão territorial. A base desta expressão artística que reúne cenografia, coreografia, drama e música, é a devoção a São Benedito e tradicionalmente é dançada no mês de abril.

Para mostrar a importância dessa manifestação histórica para o Brasil, o Núcleo de Produção Digital (UFMT Araguaia) e o Projeto Cangoma produziram o documentário Giramundá – o Congo e a Diáspora. Em Cuiabá o filme será exibido nesta quinta-feira (23.08) às 19h no Centro Cultural da UFMT e no município de Nossa Senhora de Livramento, a projeção será no sábado (25) às 19h na casa de São Benedito.

Financiado pelo prêmio Tradições MT/2017, da Secretária de Estado de Cultura de Mato Grosso, o projeto surgiu a partir de uma parceria entre o Núcleo de Produção Digital (UFMT Araguaia) e o Projeto Cangoma. Com pesquisa de Herman Oliveira, o documentário tem a direção dos realizadores Claudio Dias e Gilson Costta.

Atualmente, alguns moradores de Cuiabá, Várzea Grande e Livramento, todos com origem no Quilombo de Mata Cavalo, se reúnem na festa de São Benedito em Livramento para encenar a Dança do Congo como uma forma de contar sua história e fortalecer a identidade quilombola em um ritual sagrado de resistência cultural.

O rei perpétuo do Congo, Cesário Sarate, foi importante figura para divulgar a manifestação cultural, realizando diversas atividades filantrópicas na casa de São Benedito, até falecer em novembro de 2014.



INFORMAÇÕES

Lançamento do filme: Giramundá – o Congo e a Diáspora. 
Data: 23/08/2018
Horário: 19h
Local: Centro Cultural da UFMT
Data: 25/08/2018
Local: Casa de São Benedito – Município de Livramento
Horário: 19h

 Informações Técnicas
Gênero: Documentário
Duração: 52 minutos
Ano: 2018
Direção: Claudio Dias/ Gilson Costta 
Pesquisa: Herman Oliveira
Realização: NPD/UFMT Araguaia e Projeto Cangoma

Sinopse:
Moradores de Cuiabá, Várzea Grande e Nossa Senhora Livramento. Todos com uma só origem: o Complexo Quilombola de Mata Cavalo. Desterritorializados, eles se reúnem todo ano na festa de São Benedito, em Livramento, para encenar a Dança do Congo como uma forma de contar sua história e fortalecer a identidade quilombola em um ritual sagrado e de resistência cultural.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Filme sobre guitarra de cocho vence prêmio internacional

Foto reprodução da assessoria

O documentário foi o vencedor da categoria Melhor Curta-metragem Internacional de Língua Portuguesa


O documentário que conta a história da criação da guitarra de cocho em Cuiabá ganhou o prêmio Antonio Campos, em Portugal. O filme havia sido exibido no cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico e documental de Portugal, nas cidades de Leiria e Lisboa e venceu na categoria Melhor Curta-Metragem Internacional de Língua Portuguesa.

Segundo o diretor do filme, o jornalista Dewis Caldas, é sempre uma grande oportunidade apresentar a cultura mato-grossense para os que não conhecem. 

"Este prêmio é de toda a rica cultura de Mato Grosso. Mais do que a histórica invenção que é a guitarra-de-cocho, o grande segredo deste filme é a paisagem cuiabana, cheia de sotaques de São Gonçalo Beira Rio, das cores do Rio Cuiabá e do aspecto urbano cuiabano", disse.

Guitarra-de-cocho é tema de documentário

O que aconteceria se colocassem eletricidade na viola-de-cocho? Este é o tom do documentário “O Nascimento da Guitarra-de-Cocho”, que registra o surgimento - em pleno 2014 - do instrumento que juntou um dos maiores símbolos do Centro-Oeste brasileiro, a viola-de-cocho, com o rock and roll. 

O imaginário popular em torno da viola-de-cocho deu uma sacudida com a criação da guitarra-de-cocho, que já nasceu com grande impacto na imprensa mato-grossenses e na internet. E esta reinvenção do tradicional musical ribeirinho agora chega as telas de cinema como documentário a ser lançado esta semana em Cuiabá.

"A ideia de fazer o filme partiu do tamanho da importância da invenção. A viola-de-cocho é um dos símbolos da tradição mato-grossense e a experiência da guitarra-de-cocho abre um verdadeiro leque de pesquisa à músicos de todo o mundo e sua evolução deve ser continuada pelas gerações seguintes", diz o diretor do filme, o jornalista Dewis Caldas. 

Produzido pela Maranhas Filmes, o filme média-metragem será lançado dia 18 de abril durante o Festival Cerrado Music, no Sesi Park.

Sentado numa canoa no meio do Rio Cuiabá tocando a guitarra-de-cocho, assim começa o filme apresentando o criador do novo instrumento, o guitarrista Caio Espíndola Schlösser, da dupla Billy Brown e o Incrível Magro de Bigodes, que fala sobre sua relação com a música folclórica cuiabana. 

"Desde pequeno meu pai me levava para pescar no Rio Cuiabá e a sonoridade da viola-de-cocho me atraía muito. E quando cresci e me tornei guitarrista, quis buscar o elemento rústico do instrumento e ampliar a sua sonoridade juntando com a influência rock and roll que sempre tive". 

Da beira do rio vai até o centro da cidade na oficina de luthieria do TOMA Espaço Musical para mostrar o processo da criação da guitarra.

 "O primeiro passo foi trazer a coração da guitara elétrica, que é o captador, para a viola-de-cocho, então fui adicionando cordas de aço, um cordal pequeno usado em cavaquinho, um rastilho de osso que é mais resistente, um potenciômetro, também tarrachas de aço porque as tarrachas de madeira afrouxam as cordas e não seguram a afinação, isso tudo mudou completamente o timbre e a forma tradicional de tocar". 

Após as explicações técnicas, é apresentado uma série de imagens da guitarra-de-cocho em ação, primeiro na imprensa, com trechos de reportagens que foram veiculadas, e imagens de shows da banda Bily Brown e o incrível magro de bigodes, na última cena do show em Rondonópolis Caio quebra a guitarra-de-cocho no palco, a seguir cenas da criação da nova guitarra, a segunda edição melhorada. 

O documentário, que tem 25 minutos de duração, termina com um singelo e poderoso encontro entre o novo e o tradicional: Caio vai até a comunidade São Gonçalo Beira Rio encontrar o seo Bagé, que tem 84 anos e desde muito pequeno toca viola-de-cocho, eles dois tocam juntos numa improvisação inédita entre a guitarra-de-cocho e sua mãe, a viola-de-cocho. O filme termina juntando o antigo com o novo, respeitando a tradição e olhando para frente. 

Historicamente a viola-de-cocho sempre esteve muito ligada a mùsica folclórica, e embora tenha sido inserida em outros segmentos musicais, como rap, na música de concerto e no samba, a sua sonoridade ainda tem um sabor do riberinho, um timbre que caracteriza a musica tradicional cuiabana. 

E este quesito timbrístico é intimamente ligado ao fator rítmico do instrumento, o próprio rasqueado tem um conceito mais ritmo do que harmônico, isso se dá pela limitação harmônica que a viola-de-cocho tem, afinal só tem três trastes e tarrachas de madeiras, impedindo variações mais amplas na afinação. E a criação da gruitarra-de-cocho foi nesse sentido, as modificações possibilitaram esta apliação harmônica, tanto em estética quanto no timbre, como na forma rítmica de tocar. 

Ainda de acordo com o diretor do filme, "acredito que futuramente esta invenção será continuada. A pesquisa do timbre e das possibilidades deste novo instrumento ainda é inicial, chegaremos num tempo em que se descobrirão outras coisas bem maiores do que vimos até agora. E o Caio, que tenho segurança em dizer que pertence ao grupo de importantes guitarristas do Estado, se lançou na experimentação timbrística que vai muito além do rock, mas já está na música eletrônica e as possibilidades são muitas", finaliza. 

Viola-de-cocho historicamente

* Foi em 1883 o primeiro registro etnográfico que menciona a viola-de-cocho, publicado pelo etnólogo alemão Karl Von den Steinen (1855-1929). 

* No início do sec XX pesquisadores como Max Schmidt, Mário de Andrade e Rossini Tavares de Lima lançaram importantes trabalhos sobre o instrumento. 

* Sem sombra de dúvida, o livro "Cocho Mato-grossense - um Alaúde Brasileiro, da pesquisadora Julieta Andrade, lançado em 1981, abriu portas para muitos estudiosos se interessarem pelo instrumento. 

* Outros músicos, construtores e pesquisadores como Habel Dy Anjos, Roberto Corrêa, Braz da Viola, Alcides Ribeiro, Daniel de Paula e seo Caetano manteram firme o legado para as seguintes gerações. 

* Em dezembro de 2004, a Viola-de-Cocho foi reconhecida como patrimônio imaterial nacional. 

* Em 2005 a viola-de-cocho é destaque como instrumento principal na Orquestra do Estado de Mato Grosso, sob a regência de Leandro Carvalho, ampliando assim sua percepção sonora na música de concerto
Da Assessoria

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Santo Antônio do Leverger MT, recebe Oficina de Documentário

Carnaval de Santo Antonio do Leverger MT - imagem: Google
Santo Antônio do Leverger MT, recebe Oficina de Documentário
Durante os dias 26/02 e 04/03, jovens da cidade de Santo Antônio do Leverger receberão uma oficina de Documentário, cujo resultado final será um filme sobre o Carnaval da cidade.
O projeto “Registrando o Carnaval de Rua de Santo Antônio” foi aprovado no edital Microprojetos Pantanal, pela Funarte (Fundação Nacional das Artes), e será ministrado pela cineasta Danielle Bertolini.
O público-alvo são jovens de 16 a 29 anos, residentes do município de Santo Antônio do Leverger, que terão contato com os fundamentos da sétima arte, e irão realizar um documentário curta-metragem que terá estreia realizada no Teatro Municipal de Santo Antônio do Leverger.
A cineasta Danielle Bertolini tem em seu currículo os documentários “Águas Encantadas do Pantanal”, “Festa de Família”, é diretora do Festival de Cinema Feminino “Tudo Sobre Mulheres”, e diretora da produtora Celeiro de Ideias.
Mais informações: oficinacinemamt@gmail.com

Fonte: Danielle Bertolini

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O Filme documentário "Heróis não renunciam" foi lançado ontem (08/05) no Cine Teatro Cuiabá


Estivemos ontem (08/05) as 19:30 hs no Cine Teatro Cuiabá, para conferir de perto o lançamento do filme documentário “Heróis não renunciam”, patrocinado pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC-MT). O longa-metragem, de gênero docudrama, teve como tema o retorno da Força Revolucionária “Coluna Prestes” a Mato Grosso, em 1926. 
Cena do Filme documentário "Heróis não renunciam"- foto: Rosylene Pinto
A Coluna Prestes que foi uma força revolucionária, existente entre 1925 e 1927, liderada pelo capitão Luiz Carlos Prestes. O grupo discutia a questão da terra e o abandono das camadas mais baixas da sociedade. O objetivo do movimento era conscientizar a população brasileira para lutar contra o poder das oligarquias. A Coluna Prestes enfrentou tropas do Exército, policiais estaduais e grupos armados pelas oligarquias, compostos de jagunços e cangaceiros. 
O documentário narra o período em que a Coluna Prestes, após dois anos de marcha pelo País, resolve se exilar na Bolívia e entra pelo leste no território mato-grossense, rumo a San Mathias, na Bolívia. Para defender o território mato-grossense, o Governo do Estado convoca a população civil e a Força Pública, formando o Batalhão Patriótico. O longa-metragem retrata, também, a corrupção, os fatos e os desmandos dos coronéis do sertão. Paralelamente, conta-se a história de amor vivida entre o tenente Neteslau Dewulsky e sua esposa Celina Ponce. 
“Heróis não renunciam” utiliza a linguagem ficcional para retratar uma história real, com a reconstituição de cenas da época interpretadas por atores, com figurino e cenografia históricos. Traz ainda depoimento de historiador e trilha regional, com músicas da Orquestra do Estado de Mato Grosso. Entre o cenário, estão vários pontos do Estado de Mato Grosso, como: Coxipó do Ouro, em Cuiabá; Capim Branco, no município de Campo Verde; Passagem da Conceição, em Várzea Grande; e cenários do Rio de Janeiro. 
O documentário é uma realização da Leão Film, com recursos provenientes da lei de incentivo à cultura estadual. O longa, gravado em 2011 e finalizado em 2012, reuniu uma equipe com mais de 120 pessoas, entre atores e figurantes. 

Veja algumas imagens do Filme:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Cenas do Filme documentário "Heróis não renunciam"- foto: Rosylene Pinto
Por: Rosylene Pinto

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

ECLA: Últimas oficinas de documentários

A ECLA – Escola de Cursos Livres de Audiovisual realiza Oficina de Documentário!!
imagem:google

OFICINA DE DOCUMENTÁRIO
Ministrante: Bárbara Fontes

Turma 01 (Noturno)
Dia: 19 e 26 de Janeiro (TERÇA E QUINTA)
Horário: 19h às 22h
Atividade: ser marcada em outro horário
Carga Horária: 8h
Valor: 80 reais (via depósito)

************************

Turma 02 (Noturno)
Dia: 24 e 26 de Janeiro (TERÇA E QUINTA)
Horário: 19h às 22h
Atividade: ser marcada em outro horário
Carga Horária: 8h
Valor: 80 reais (via depósito)


VAGAS DISPONÍVEIS: 05

CONFIRMAR PRESENÇA ATÉ 19/01/12
Mais informações: 9957.4622 (Bárbara)

************************

Turma 01 (SÁBADO)
DIA  21 
13h às 16h (Ecla):
Entrega do kit didático e apresentação 
Tipos de documentário 
Ideia e Pesquisa

16h às 17h
Atividade na Praça Edgar Vieira (Boa Esperança)

17:15 às 19:00 (Ecla)
Apresentação da atividade na praça
O Roteiro no documentário

19h às 20h
Sessão pipoca

20h às 21h
Etapas de Produção

 OBS: Se puder, traga uma máquina fotográfica ou de celular (com cabo para conectar em notebook). 
Carga Horária: 8h
Valor: 80 reais (via depósito)

VAGAS DISPONÍVEIS: 05

CONFIRMAR PRESENÇA ATÉ 19/01/12
Mais informações: 9957.4622 (Bárbara)


Turma 01 (SÁBADO)
DIA  28 
13h às 16h (Ecla):
Entrega do kit didático e apresentação 
Tipos de documentário 
Ideia e Pesquisa

16h às 17h
Atividade na Praça Edgar Vieira (Boa Esperança)

17:15 às 19:00 (Ecla)
Apresentação da atividade na praça
O Roteiro no documentário

19h às 20h
Sessão pipoca

20h às 21h
Etapas de Produção

 OBS: Se puder, traga uma máquina fotográfica ou de celular (com cabo para conectar em notebook). 

Carga Horária: 8h
Valor: 80 reais (via depósito)

VAGAS DISPONÍVEIS: 05

CONFIRMAR PRESENÇA ATÉ 19/01/12
Mais informações: 9957.4622 (Bárbara)

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Fonte: Barbara Fontes

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

OFICINA DE DOCUMENTÁRIO - Nova turma!!

A ECLA – Escola de Cursos Livres de Audiovisual realiza Oficina de Documentário!!
imagem:google
OFICINA DE DOCUMENTÁRIO
Ministrante: Bárbara Fontes

Dia: 14 de Janeiro
Horário: 13h às 21h
Carga Horária: 8h
Valor: 60 reais

VAGAS DISPONÍVEIS: 05

CONFIRMAR PRESENÇA ATÉ 12/01/12 
Mais informações: 9957.4622 (Bárbara)

DIA  14 (SÁBADO)

13h às 16h (Ecla):
Entrega do kit didático e apresentação 
Tipos de documentário 
Ideia e Pesquisa

16h às 17h
Atividade na Praça Edgar Vieira (Boa Esperança)

17:15 às 19:00 (Ecla)
Apresentação da atividade na praça
O Roteiro no documentário

19h às 20h
Sessão pipoca

20h às 21h
Etapas de Produção

OBS: Se puder, traga uma máquina fotográfica ou de celular 

Endereço: ECLA
Rua 05, nº 360
Bairro Boa Esperança - em frente ao muro do colégio Ferreira Mendes (pra quem vem da UFMT, pegar a rua do Komilão e seguir reto, antes de chegar na escola, entre à esquerda, primeira casa com portão amarelo).
 Pra quem vem da padaria Uniserv: pegue rua 05 e siga em frente. Na última quadra verá o muro do colégio Ferreira Mendes.  

PRAÇA EDGAR VIEIRA (BOA ESPERANÇA)
Também é conhecida como a praça das frutas. Fica perto da escola Ferreira Mendes (depois da escola)
Fonte: Barbara Fontes

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

OFICINA DE DOCUMENTÁRIO

A ECLA – Escola de Cursos Livres de Audiovisual realiza Oficina de Documentário!!
imagem:google

OFICINA DE DOCUMENTÁRIO
Carga Horária: 12h
Valor: 50 reais
CONFIRMAR PRESENÇA ATÉ 04/01/12 (envie e-mail para fontesbabi@gmail.com , para confirmar e receber a ficha de inscrição)

PROGRAMAÇÃO

DIA  07 (SÁBADO) - (ECLA)
MANHÃ:
9h: Entrega do kit didático e apresentação 
9:20h-10h: Tipos de documentário  
11-12h: Linguagem cinematográfica

TARDE  (Praça do Boa Esperança)
15h-17h - Ideia e Pesquisa 
                    Exercícios
OBS: Se puder, traga uma máquina fotográfica ou de celular 

NOITE (ECLA)
18:00h-19h - O Roteiro no documentário  
19h-19:30h –  Sessão pipoca
19:40h - 21h -  Etapas de produção

Domingo (ECLA)
9-12h – Exercícios (referente à atividade na praça) 

Endereço: ECLA
Rua 05, nº 360 - Bairro Boa Esperança - em frente ao muro do colégio Ferreira Mendes - antes de chegar no portão vermelho (pra quem vem da UFMT). A lateral da padaria Uniserv fica nesta rua. 

PRAÇA DO BOA ESPERANÇA
Também é conhecida como a praça das frutas. Fica perto da escola Ferreira Mendes (depois da escola)

Fonte: Barbara Fontes